Decisão do TRE-PR impõe multa por posts pró-Deltan Dallagnol
Sete publicações com pedidos de voto ao ex-deputado devem ser removidas em 24 horas, sob pena de multa de R$ 10 mil cada.
Sete publicações com pedidos de voto ao ex-deputado devem ser removidas em 24 horas, sob pena de multa de R$ 10 mil cada.
Decisão determina que o candidato desative o perfil ou apague o conteúdo eleitoral em até um dia; candidatura ainda depende do TSE.
Decisão afirma que perfil com conteúdo eleitoral desrespeita a suspensão dos atos de campanha determinada pelo TSE.
Decisão barrou a distribuição paga de vídeo em que Dallagnol pede votos, mas manteve peças gráficas que apenas citavam o candidato.
Recurso contra a candidatura ao Senado pode ser julgado pelo TSE até sexta-feira (25), enquanto Dallagnol permanece impedido de fazer campanha.
Recurso do PT será julgado nesta quarta-feira, enquanto o TSE mantém suspensos os atos de campanha do candidato pelo Paraná.
Recurso do PT questiona decisão que autorizou o registro do candidato pelo Paraná; sessão está marcada para as 14h desta quarta-feira (23).
Ministro defendeu novo julgamento e afirmou que candidatos sub judice podem realizar atos de campanha, incluindo uso do horário eleitoral.
Maioria no plenário virtual impede repasses de fundos e propaganda até a análise do recurso contra o registro ao Senado.
Prestação de contas informa R$ 4,06 milhões em receitas e R$ 3,8 milhões em despesas contratadas até a última sexta-feira.
Presidente do tribunal manteve com a relatora Vanessa Jamus Marchi a decisão sobre quando o caso voltará ao colegiado.
Liminar também impede atos de campanha até uma decisão definitiva sobre o registro da candidatura ao Senado nas eleições de 2026.
Corte considerou encerrados os procedimentos no CNMP, mas aplicou multa de R$ 100 mil por litigância de má-fé.
Partido afirma que recorrerá ao TSE após o TRE-PR deferir o registro do candidato ao Senado pelo Paraná.
Plenário avalia se decisão do TSE mantém a inelegibilidade de Dallagnol por oito anos ou se mudanças no caso permitem a candidatura.
Documentos foram anexados ao registro de candidatura; TRE-PR determinou sigilo e deu 24 horas para manifestação do ex-procurador.
Ministro do STF solicitou medidas ao tribunal após documentos fiscais sigilosos serem anexados ao registro de candidatura ao Senado.
Ministro afirma que informações bancárias e fiscais foram incluídas no registro eleitoral do ex-procurador pelo Paraná.
Tribunal encaminhou o caso ao Ministério Público e Zanin pediu prazo de 24 horas para manifestação de Deltan Dallagnol.
Levantamento mostra Deltan Dallagnol com 11,6% das intenções de voto, à frente de Gleisi Hoffmann e Alexandre Curi.