São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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TSE confirma remoção de posts que ligavam Flávio Bolsonaro a boato religioso

Corte manteve ordem para retirar 1.125 publicações, mas liberou postagem de Antonio Tabet por dúvida sobre referência ao candidato.

TSE confirma remoção de posts que ligavam Flávio Bolsonaro a boato religioso

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve nesta quarta-feira, 30, por maioria, a ordem para remover 1.125 publicações que associavam Flávio Bolsonaro (PL) a um projeto de lei sobre Nossa Senhora Aparecida. As postagens diziam que o candidato à Presidência estaria ligado à retirada do título de padroeira do Brasil.

A decisão confirmou o entendimento do ministro André Mendonça. Também votaram pela manutenção da remoção Nunes Marques, Dias Toffoli, Sebastião Reis Júnior e Estela Aranha. Ricardo Villas Bôas Cueva e Floriano de Azevedo Marques divergiram parcialmente e defenderam a retirada apenas de conteúdos considerados notoriamente inverídicos.

Postagem de Antonio Tabet

O caso incluiu uma publicação do humorista Antonio Tabet. Mendonça havia determinado inicialmente a remoção, mas ajustou o voto depois de Villas Bôas Cueva argumentar que o conteúdo deveria ser preservado por causa da liberdade de expressão. Havia dúvida sobre uma referência a Flávio, e o relator liberou a postagem.

Na publicação, Tabet escreveu: “A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”.

A ordem original de Mendonça foi proferida na sexta-feira, 25. Depois dela, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino liberou, a pedido de Tabet, as postagens que relacionavam o presidenciável ao boato. Em seguida, Luiz Fux derrubou a decisão de Dino e restabeleceu os efeitos da liminar de Mendonça.

O presidente do STF, Edson Fachin, chegou a considerar levar o caso ao plenário presencial da Corte, mas foi desaconselhado por colegas que buscavam evitar novos embates entre os ministros.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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