PARANÁ — Deltan Dallagnol (NOVO) segue candidato ao Senado pelo Paraná, mas está proibido de fazer campanha por decisão liminar do ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida saiu no último sábado (19 de setembro), a 15 dias do primeiro turno das eleições.
A campanha começou em 16 de agosto. Até a última sexta-feira (18), a prestação de contas apresentada por Dallagnol à Justiça Eleitoral registrava R$ 4,06 milhões em recursos e R$ 3,8 milhões em despesas contratadas. Desse total, R$ 1,55 milhão já havia sido pago a prestadores de serviços.
Principais despesas
Os pagamentos efetivados usaram R$ 795 mil do Fundo Partidário, R$ 300 mil do Fundo Especial e R$ 456 mil em doações para a campanha.
A maior despesa declarada foi de R$ 1,1 milhão, destinada ao escritório Leandro Rosa Advogados Associados para serviços jurídicos. A Clio Marketing Político Ltda recebeu R$ 560 mil pela produção de marketing, enquanto a Arte Lux Produções Cinematográficas Ltda ficou com R$ 500 mil.
Também foram informados R$ 285 mil ao Facebook e R$ 205 mil à Dlocal Brasil, referentes ao impulsionamento de conteúdos em redes sociais.
Receitas
A direção nacional do Partido Novo destinou R$ 2,4 milhão à campanha. A direção estadual/distrital da sigla repassou outros R$ 507 mil. A maior parte dos R$ 2,4 milhões veio do Fundo Partidário ou do Fundo Especial.
Dallagnol também recebeu doações de pessoas físicas e quase R$ 167 mil por meio de financiamento coletivo. O maior doador foi Wilson Picler, candidato a 1º suplente, ex-deputado estadual e fundador da Uninter.



