São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Dallagnol segue candidato ao Senado, mas está impedido de fazer campanha

Prestação de contas informa R$ 4,06 milhões em receitas e R$ 3,8 milhões em despesas contratadas até a última sexta-feira.

Dallagnol segue candidato ao Senado, mas está impedido de fazer campanha

Deltan Dallagnol (NOVO) segue candidato ao Senado pelo Paraná, mas está proibido de fazer campanha por decisão liminar do ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida saiu no último sábado (19 de setembro), a 15 dias do primeiro turno das eleições.

A campanha começou em 16 de agosto. Até a última sexta-feira (18), a prestação de contas apresentada por Dallagnol à Justiça Eleitoral registrava R$ 4,06 milhões em recursos e R$ 3,8 milhões em despesas contratadas. Desse total, R$ 1,55 milhão já havia sido pago a prestadores de serviços.

Principais despesas

Os pagamentos efetivados usaram R$ 795 mil do Fundo Partidário, R$ 300 mil do Fundo Especial e R$ 456 mil em doações para a campanha.

A maior despesa declarada foi de R$ 1,1 milhão, destinada ao escritório Leandro Rosa Advogados Associados para serviços jurídicos. A Clio Marketing Político Ltda recebeu R$ 560 mil pela produção de marketing, enquanto a Arte Lux Produções Cinematográficas Ltda ficou com R$ 500 mil.

Também foram informados R$ 285 mil ao Facebook e R$ 205 mil à Dlocal Brasil, referentes ao impulsionamento de conteúdos em redes sociais.

Receitas

A direção nacional do Partido Novo destinou R$ 2,4 milhão à campanha. A direção estadual/distrital da sigla repassou outros R$ 507 mil. A maior parte dos R$ 2,4 milhões veio do Fundo Partidário ou do Fundo Especial.

Dallagnol também recebeu doações de pessoas físicas e quase R$ 167 mil por meio de financiamento coletivo. O maior doador foi Wilson Picler, candidato a 1º suplente, ex-deputado estadual e fundador da Uninter.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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