Lula levará à ONU defesa da soberania e alerta contra interferência externa
Presidente fará discurso de abertura da Assembleia Geral na terça-feira (22/09), em meio a tensões com os Estados Unidos.
Presidente fará discurso de abertura da Assembleia Geral na terça-feira (22/09), em meio a tensões com os Estados Unidos.
Em entrevista, presidente também falou sobre a ONU, a dosimetria dos condenados pelo 8 de janeiro e uma reforma do Judiciário.
Relatório cita ataques contra civis e também acusa o governo iraniano de repressão letal a protestos iniciados no fim de 2025.
Presidente afirmou que mulheres podem ocupar qualquer posição nas igrejas evangélicas e criticou restrições da Igreja Católica.
Zohran Mamdani pediu uma conversa com Lula, mas a agenda do presidente ainda não confirma o encontro em Nova York.
Encontro com Zohran Mamdani pode ocorrer na segunda-feira, antes do discurso de Lula na Assembleia-Geral da ONU.
Volker Türk alerta para o risco de perda de evidências e cita mais de 630 corpos recuperados sob escombros desde novembro de 2025.
Signatários dizem que mulheres e meninas enfrentam limitações à educação, saúde e emprego, além de detenções e represálias.
Presidente afirmou que chamará de “covardes” os cinco países que, segundo ele, se omitem em decisões pela paz global.
Julien Harneis afirmou que há progresso em algumas áreas, mas a epidemia continua de grande magnitude e ainda pode crescer em outras regiões.
Conselho de Segurança discutirá a IA durante a Assembleia Geral, com foco em segurança, impacto sobre crianças e riscos à humanidade.
Volker Türk afirma que a corrida por sistemas mais poderosos ameaça os direitos humanos e pede mobilização de governos e empresas.
Documento do grupo manifesta preocupação com impactos econômicos, energéticos e humanitários do bloqueio sobre a população cubana.
Declaração conjunta também defendeu a proteção de instalações nucleares pacíficas durante conflitos armados.
Comitê de direitos humanos afirma que 143 pescadores foram afetados e questiona provas usadas em operações militares no mar.
Criado nos Estados Unidos, o Her Horizon Fund busca mobilizar US$ 100 milhões para contribuir com o fim da prática em uma geração.
Governo japonês contestou a cor atribuída às ilhas no novo mapa-múndi e pediu uma revisão por canais diplomáticos.
Relatório apresentado ao órgão afirma que sanções e cerco energético violam direitos humanos e pede medidas contra o bloqueio.
Levantamento aponta a Venezuela como principal origem das vítimas e alerta para subnotificação nas rotas migratórias.
Secretário também anunciou recursos para segurança no Equador, enquanto especialistas da ONU denunciaram 223 mortes em operações navais dos EUA.