Privatizações da EMAE e da Sabesp entram no radar de investigações financeiras
Sintaema questiona conexões entre Banco Master, fundos, Ambipar, EMAE e Sabesp; envolvidos negam irregularidades ou favorecimento.
Sintaema questiona conexões entre Banco Master, fundos, Ambipar, EMAE e Sabesp; envolvidos negam irregularidades ou favorecimento.
Investigação aponta possível infiltração do PCC no transporte público; Leite teve prisão decretada e é considerado foragido.
Vice-presidente questionou o fato de a companhia ter atraído apenas um interessado no processo de privatização conduzido pelo governo estadual.
Metas de educação, efetivo policial, sistema prisional, obras, habitação e saneamento ficaram abaixo ou diferiram do discurso apresentado na sabatina.
Relatos apresentados a Fernando Haddad citam falta de água, interrupções ferroviárias, explosão em obra da Sabesp e tarifas mais altas.
Operação que investiga infiltração do PCC no transporte público decretou a prisão de Milton Leite, que está foragido.
Petista afirmou que contratos assinados por Tarcísio serão reavaliados e admitiu reestatizar a Sabesp em caso de descumprimento.
Procedimento apura eventual conexão com as desestatizações da Sabesp e da Emae durante a gestão de Tarcísio de Freitas.
Doações, fundos, executivos e operações financeiras conectam as desestatizações a investigados por órgãos de controle e à defesa do governo paulista.
Papéis foram vendidos por R$ 67, enquanto a cotação chegou a R$ 87; estudo estima valor potencial de R$ 103,90 por ação.
Projeto para Tietê e Pinheiros prevê 15 anos de serviços; educação também pode ter novas parcerias privadas.
Corte eleitoral manteve propaganda de Haddad que associa alta de 6,11% na tarifa a promessa feita pelo governador em 2022.
Promotoria pediu informações ao governo paulista, à Sabesp, à Emae e ao TCE antes de decidir sobre inquérito civil.
Representação cita estruturas financeiras e societárias nas vendas da Sabesp e da EMAE, realizadas em 2024.