TST analisa greve da Caixa e impasse sobre plano de saúde nesta terça
Seção de Dissídio Coletivo julga a legalidade da paralisação, iniciada em 10 de setembro, e as propostas para o Saúde Caixa.
Seção de Dissídio Coletivo julga a legalidade da paralisação, iniciada em 10 de setembro, e as propostas para o Saúde Caixa.
Tribunal determinou que 60% dos funcionários trabalhem; julgamento que pode definir o fim da paralisação ocorre nesta terça-feira (29).
Trabalhadores retomaram as atividades após decisão do TST, que também manteve 73 cláusulas do Acordo Coletivo.
Assembleia decidiu pelo fim da paralisação iniciada em 10 de setembro; retorno ao trabalho será imediato, informou o Sintect-SP.
Tribunal determinou volta ao trabalho nesta sexta-feira (25), autorizou compensação dos dias parados e rejeitou pedido de abusividade da greve.
Paralisação chega ao 13º dia, enquanto serviços digitais, pagamentos e pedidos de saque do FGTS seguem disponíveis.
Ministros deram 48 horas para sindicatos avaliarem documentos que pedem o reconhecimento da abusividade da paralisação.
Reunião sobre o acordo coletivo ocorre nesta quarta-feira, 16, enquanto a greve iniciada no dia 10 continua sem prazo para acabar.
Pagamentos serão feitos por canais eletrônicos; impacto fica concentrado em casos que exigem atendimento presencial.
Paralisação começou após rejeição da proposta para o ACT 2026/2028; TST determinou manutenção de 80% do efetivo.
Paralisações dos médicos ocorrerão em 21 e 22 de setembro; professores param em 17 e 18 de setembro por aumento de 8%.