QPC mostra expectativa de corte da Selic em setembro e estabilidade adiante
Levantamento indicou que 97% esperavam corte de 0,25 ponto porcentual em setembro; para novembro e dezembro, prevaleceu a previsão de estabilidade.
Levantamento indicou que 97% esperavam corte de 0,25 ponto porcentual em setembro; para novembro e dezembro, prevaleceu a previsão de estabilidade.
Ata do Banco Central cita incerteza elevada, riscos de alta para os preços e efeitos graduais da política monetária sobre a atividade.
Ata confirma quinto corte seguido da Selic, para 13,75% ao ano, e projeta IPCA de 5,2% em 2026.
Ata da reunião de setembro registra perda de força em atividades e componentes da demanda sensíveis ao ciclo econômico.
Ata de setembro aponta efeitos fiscais sobre a demanda, a dívida pública e o prêmio de risco da curva de juros.
Ata do comitê destaca riscos geopolíticos, moderação gradual da atividade e expectativas de inflação acima da meta para 2026 e 2027.
Contratos para 2029 e 2031 sobem, enquanto o DI para 2027 fica perto da estabilidade após a ata do Copom.
Curva de juros abriu a semana em baixa, enquanto Focus reduziu a projeção para a Selic e mercados acompanharam a ata do Copom.
Mercado acompanha o Boletim Focus, a ata do Copom e as prévias dos PMIs globais nesta agenda.
Moeda recua 0,34% na abertura, enquanto investidores monitoram decisão do Copom, cenário eleitoral e juros no exterior.
Banco Central diminuiu a taxa básica em 0,25 ponto percentual, em decisão unânime e já esperada pelo mercado financeiro.
Banco Central reduziu a taxa em 0,25 ponto porcentual nesta quarta-feira (16), em decisão unânime.
Comitê levou a taxa básica para 13,75% ao ano e manteve em 3,2% a projeção para o IPCA no 1º trimestre de 2028.
Comitê mantém riscos acima do usual e identifica quatro fatores de alta e três de baixa para a inflação.
Mercados reagem à alta dos juros americanos e aguardam a decisão do Banco Central sobre a Selic, prevista para depois do fechamento.
Ibovespa sobe 0,54% com avanço do Brent, enquanto dólar fecha a R$ 5,1551 e mercado monitora STF e decisões de juros.