São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Candidato do PCO propõe eleições para juízes e rejeita tese de golpe em 8 de janeiro

Marcelo Marcelino defendeu a destituição dos ministros do STF e criticou as condenações relacionadas aos atos de 8 de janeiro.

Candidato do PCO propõe eleições para juízes e rejeita tese de golpe em 8 de janeiro

O candidato do Partido da Causa Operária (PCO) ao Senado pelo Paraná, Marcelo Marcelino, defendeu a destituição dos integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e da Justiça Eleitoral. Em sabatina, ele afirmou que a crise no STF reflete uma crise política mais ampla no Brasil.

Marcelino propôs eleições diretas para juízes, com mandatos de curta duração. Criticou a permanência prolongada de ministros na Corte e citou a possibilidade de um magistrado ingressar aos 48 anos e permanecer até os 78. Para o candidato, a ordem jurídica e o Congresso Nacional estão em crise, e não haveria solução independentemente do resultado da eleição.

8 de janeiro e racismo

O candidato afirmou que os atos de 8 de janeiro não foram uma tentativa de golpe. Na avaliação dele, os únicos golpes foram os de 1964 e 2016. Marcelino também criticou a condenação de uma mulher a 10 anos por pintar uma estátua. Disse que não concorda com a ação, mas considerou que o episódio não foi um golpe e que as punições foram extremas.

Sobre racismo, Marcelino afirmou que xingamentos não deveriam ser considerados crime. Para ele, o crime de racismo ocorre quando uma pessoa negra é impedida de entrar em um espaço ou deixa de ser contratada.

Natural de Curitiba, o candidato nasceu em 1968, tem 58 anos, declara profissão de pedagogo e possui escolaridade superior completa. A entrevista teve duração de 40 minutos e contou com perguntas de Martha Feldens, Katia Brembatti e Roberta Canetti, além de alunos de jornalismo da PUCPR e da Universidade Positivo.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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