São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Filipe Barros promete fiscalizar concessões e propor reforma do STF

Candidato do PL ao Senado também criticou decisão do TSE sobre Deltan Dallagnol e defendeu mudanças no financiamento eleitoral.

Filipe Barros promete fiscalizar concessões e propor reforma do STF

Candidato ao Senado pelo Partido Liberal (PL), Filipe Barros afirmou que pretende intensificar a fiscalização sobre as concessionárias responsáveis pelas estradas do Paraná caso seja eleito. Ele também defendeu uma reforma no Poder Judiciário, com mudanças na estrutura e nas atribuições do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a sabatina, Barros criticou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol (NOVO), também candidato ao Senado. Para ele, a medida foi uma decisão individual que não deveria impedir a campanha de um candidato. “Hoje o Deltan continua sendo candidato, mas um candidato impedido de fazer campanha”, afirmou.

Pedágio e propostas para o Senado

Aos 35 anos, Barros disse que quer ser o senador mais jovem da história do Paraná. Entre as pautas citadas por ele estão a Malha Sul, a Ferroeste, o pedágio e o combate ao crime organizado, temas que, segundo o candidato, são discutidos há 35 anos sem sair do papel.

Sobre as concessões, ele afirmou que pretende acompanhar de perto os contratos e cobrar das empresas a entrega das obras previstas. “É obrigação do senador ficar de olho e chamar as concessionárias para prestar contas”, declarou. Barros disse que fará essa cobrança a partir de janeiro do ano que vem.

O candidato também afirmou que apresentará ao Senado, em janeiro do ano que vem, uma PEC para reformar o Judiciário. Ele defendeu mandato fixo de oito ou 12 anos para ministros do Supremo, além da exigência de que sejam juízes de carreira. Também propôs que a corte atue exclusivamente no controle de constitucionalidade.

Barros defendeu ainda o impeachment de ministros que cometam crimes ou abuso de poder e citou o ministro Alexandre de Moraes. Na política internacional, responsabilizou o governo Lula pelo tarifaço aplicado pelos Estados Unidos ao Brasil e afirmou que a medida causou prejuízos à economia paranaense.

Banco Master e financiamento de campanhas

Ao comentar o Banco Master, Barros disse que pretende reapresentar o projeto de lei que eleva de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos. Ele afirmou ter denunciado o escândalo do banco em dezembro de 2024 e negou ter compromisso com Daniel Vorcaro.

Sobre o financiamento privado do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, Barros disse não ver irregularidade na relação do presidenciável com Vorcaro. Segundo ele, Flávio afirmou que prestará contas dos gastos após a conclusão do filme.

Cristão, Barros se posicionou contra o aborto e a chamada “ideologia de gênero”. Também apoiou o fim da escala 6 por 1, desde que acompanhado da desoneração da folha de pagamento, e defendeu a volta das doações empresariais para campanhas. Para ele, a proibição de contribuições de pessoas jurídicas foi um erro do Supremo e a retomada poderia reduzir o uso de dinheiro público nas eleições.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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