São Paulo, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Exploit Relapse amplia brecha para rodar código não oficial no PS5

Ferramenta liberada em 29 de setembro compromete versões do firmware anteriores à 14.00.00; emuladores avançam no PC.

Exploit Relapse amplia brecha para rodar código não oficial no PS5

A cena de hacking do PS5 ganhou uma nova ferramenta capaz de comprometer todas as versões do firmware anteriores à 14.00.00. O exploit Relapse foi liberado em 29 de setembro de 2026 e permite rodar código não oficial no console que ainda não tenha sido atualizado.

A brecha explora o WebKit do navegador nativo do PS5, acessa o kernel e possibilita a instalação de ferramentas para executar aplicações não sancionadas pela Sony. O método também é descrito como mais eficiente que exploits anteriores, que podiam levar quase uma hora para ocupar o sistema e não ofereciam garantia de sucesso.

A cena de exploração do console ainda está em estágio inicial e vem sendo acompanhada por atualizações de firmware da Sony. Entre os projetos em andamento estão uma distribuição Linux compatível com o PS5, uma ferramenta para elevar a taxa de atualização de jogos do PS4 para 60 fps e emuladores.

Emulação no computador

SharpEmu e KyTyPS5 também avançam na tentativa de tornar jogos do PS5 executáveis em PC, Mac e Linux. Em títulos selecionados, os programas mantêm taxas acima de 40 fps e apresentam gráficos estáveis, embora uma parcela dos jogos ainda não inicialize ou não ultrapasse a tela de título.

Os títulos mais propensos a funcionar são os primeiros lançamentos, como o remake de Demon's Souls, além de jogos mais simples, como Astro Bot. Os emuladores, porém, continuam experimentais e pouco otimizados.

Para rodar jogos do PS5 com qualidade considerada decente, a configuração citada exige processadores Intel Core i9 de 14.ª geração ou AMD Ryzen 9 série 9000, uma RTX 5090 e pelo menos 128 GB de RAM DDR5. Nesse cenário, o PS5 Pro, vendido oficialmente por R$ 7,5 mil no Brasil, é apresentado como uma alternativa várias vezes mais barata.

O avanço dessas comunidades ganhou força depois que a Sony anunciou que deixará de lançar jogos em mídia física a partir de 2028. A empresa também realizou pesquisas com desenvolvedores durante a Gamescom 2026, em um contexto de insatisfação geral com a decisão. A Sony, porém, já declarou que não pretende voltar atrás.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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