São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Trump acusa Brasil de falhar contra PCC e CV em relatório ao Congresso dos EUA

Documento do Departamento de Estado pede que o governo Lula adote medidas urgentes contra as duas facções criminosas.

Trump acusa Brasil de falhar contra PCC e CV em relatório ao Congresso dos EUA

Donald Trump acusou o Brasil de não cumprir as obrigações de combate ao PCC e ao Comando Vermelho (CV). A declaração consta de um documento divulgado pelo Departamento de Estado nesta quarta-feira (16) e enviado ao Congresso dos Estados Unidos.

O relatório pede que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva adote, com urgência, medidas contra as duas facções. O documento afirma que o Brasil permanece inerte diante da atuação do PCC e do CV, enquanto outros países ocidentais tomariam medidas para erradicar cartéis.

Tráfico internacional

Segundo o relatório, as organizações criminosas brasileiras transformaram o país em um centro do fluxo global de cocaína. Trump também afirma que PCC e CV representam uma ameaça à segurança mundial.

O documento declara que as facções constituem uma ameaça crescente à paz e à segurança em todo o mundo. A avaliação é acompanhada de um pedido para que o governo brasileiro adote medidas firmes contra os grupos antes que eles se espalhem e cresçam.

O relatório presidencial diz que Afeganistão, Bolívia, Mianmar e Colômbia também falharam, no último ano, em cumprir compromissos previstos em acordos internacionais de combate ao narcotráfico.

Os Estados Unidos também pediram que México e Canadá ampliem os esforços para impedir a entrada de drogas no país. Para o Canadá, o governo norte-americano defende ações contra laboratórios clandestinos de drogas. Em relação ao México, pede medidas contra organizações narcoterroristas que controlam territórios.

Classificação como terroristas

PCC e CV passaram a ser considerados grupos terroristas estrangeiros pelo governo Trump em junho deste ano. A justificativa apresentada foi a proteção da nação e dos interesses de segurança nacional, com a avaliação de que as ações das facções alcançam outros países, incluindo os Estados Unidos.

O governo brasileiro se opunha à classificação por considerar que ela poderia abrir margem para ações mais duras dos Estados Unidos em território brasileiro, inclusive uma operação militar.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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