São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Moraes diz ter testemunhas contra Mendonça em caso do Banco Master

Ministro afirmou no STF que seu colega exigiu à Polícia Federal que o envolvesse no caso e negou usar documento apócrifo.

Moraes diz ter testemunhas contra Mendonça em caso do Banco Master

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que tem testemunhas para sustentar que André Mendonça exigiu à Polícia Federal que o envolvesse no caso do Banco Master. A declaração ocorreu durante o julgamento de uma petição sobre supostas mensagens entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Moraes disse que, depois de seu julgamento, o STF também deverá analisar a situação de Mendonça na próxima semana. Ele defendeu que sejam levadas ao plenário testemunhas sobre uma suposta interferência do colega na Polícia Federal.

“Quem chamou a Polícia Federal e exigiu que a Polícia Federal colocasse um colega na delação premiada?”, questionou Moraes. O ministro afirmou que indicará policiais, advogados e outras testemunhas.

Durante a sessão, Moraes disse ter testemunhas de que Mendonça teria feito uma afirmação em reunião. Mendonça respondeu que isso era mentira. Em seguida, afirmou que as testemunhas poderiam ser chamadas, mas que mentiriam.

Moraes também alegou que Mendonça acionou a Polícia Federal para interferir no processo e incluir seu nome. Segundo ele, a medida teria sido tomada a serviço de um grupo político que tentou dar um golpe no País.

Documento de inteligência

O ministro negou ter usado um documento apócrifo para pedir a investigação de Mendonça por abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Moraes se referiu a um relatório interno de inteligência da Polícia Federal.

“Não tem nenhum documento apócrifo”, afirmou. Ele disse que os relatórios estavam registrados e que seria possível verificar quem os produziu e convocar os responsáveis ao Supremo Tribunal Federal.

As declarações foram feitas nesta terça-feira, 15, durante o julgamento no STF.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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