São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Gilmar questiona condução de inquérito do Banco Master por Mendonça

Ministro afirmou que a liberação de relatório da PF sobre Moraes aproximou o Supremo da campanha eleitoral.

Gilmar questiona condução de inquérito do Banco Master por Mendonça

O ministro Gilmar Mendes acusou André Mendonça de imprimir viés político-eleitoral à condução do inquérito do Banco Master durante sessão do Supremo Tribunal Federal (STF). O caso envolve a análise de um pedido para investigar Alexandre de Moraes por suposta ligação com Daniel Vorcaro.

Gilmar também defendeu a proibição da presença de delegados da Polícia Federal em gabinetes de ministros do STF. Para o decano, essa atuação é inadequada e exige a criação de um código de polícia. Ele classificou a medida como “errada”.

Na avaliação de Gilmar, embora mensagens do banqueiro mencionem outros integrantes da Corte, entre eles Nunes Marques, Mendonça adotou uma postura abertamente defensiva. O ministro citou uma orientação atribuída a Mendonça para que a PF considerasse a possibilidade de que acusações contra Nunes Marques divulgadas pela mídia fossem uma estratégia para enfraquecê-lo.

A crítica central foi dirigida à decisão de Mendonça de retirar o sigilo de um relatório da PF sobre supostas conversas entre Moraes e Vorcaro próximas ao 7 de setembro. Gilmar disse que a divulgação aproximou o STF da campanha eleitoral e afirmou haver “inequívoco viés político-eleitoral” na condução dos autos.

Mendonça reagiu durante a sessão e acusou Gilmar de agir com leviandade. Em seguida, pediu que o colega não lhe apontasse o dedo e afirmou que não estava falando com qualquer um. Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Mendonça também cobrou respeito. Gilmar respondeu que quem não se dá respeito não merece respeito.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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