São Paulo, Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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FPA mira até 55 senadores e amplia presença no Congresso em 2027

A frente reelegeu 185 deputados e senadores e projeta cerca de 330 deputados e até 55 senadores a partir de 2027.

FPA mira até 55 senadores e amplia presença no Congresso em 2027

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta chegar a entre 50 e 55 senadores em 2027, após conquistar 24 das 54 cadeiras em disputa no Senado. A estimativa considera 15 novos nomes identificados como alinhados às pautas do setor, além dos parlamentares que já integram a frente.

Dos 32 deputados federais da bancada que disputaram uma vaga no Senado, 18 foram eleitos. Entre eles estão Arthur Lira, Bia Kicis, André Fufuca, Guilherme Derrite e Marcel van Hattem. Seis dos 18 senadores da FPA que concorreram à reeleição renovaram o mandato. Com isso, a frente mantém pelo menos 40 cadeiras no Senado, sem considerar novas adesões.

Resultado nas urnas

A FPA tem hoje 345 parlamentares: 48 senadores e 297 deputados federais. Dos 279 integrantes que disputaram cargos no Congresso Nacional, 66% foram eleitos. Considerando também as Assembleias Estaduais e os governos estaduais, a própria frente contabiliza 215 parlamentares vitoriosos.

Na Câmara, 261 dos 297 deputados disputaram a reeleição, e 179 conseguiram novo mandato. O presidente da FPA, Pedro Lupion, foi reeleito, assim como Zé Vitor, cotado para sucedê-lo na frente a partir de 2027. A bancada estima reunir cerca de 330 deputados a partir de fevereiro de 2027, considerando parlamentares ligados à pauta do agronegócio.

A frente representa 57,9% da Câmara e participa de comissões como Meio Ambiente, Constituição e Justiça, Relações Exteriores e Agricultura. Para obter maioria na Casa, precisa conquistar a adesão de 78 novos deputados.

Governadores e perdas

Quatro governadores ligados à bancada foram eleitos no 1º turno: Cleitinho Azevedo, em Minas Gerais; Sergio Moro, no Paraná; Marcos Rogério, em Rondônia; e Luciano Zucco, no Rio Grande do Sul.

A FPA também perdeu nomes no Congresso. Arnaldo Jardim não disputou a eleição e deixará a Câmara em fevereiro. Luiz Nishimori e Ana Paula Leão não foram reeleitos e ficaram como suplentes. Ricardo Salles renunciou à disputa pelo Senado por São Paulo e ficará fora da Câmara.

No Senado, Irajá, Jayme Campos e Luis Carlos Heinze não disputaram o pleito. Zequinha Marinho e Esperidião Amin não conseguiram renovar os mandatos.

Pedro Lupion atribuiu o desempenho à defesa da pauta agropecuária e ao posicionamento político dos integrantes, de centro-direita à direita. “No Senado tivemos um crescimento absoluto exponencial e queremos eleger Tereza Cristina a presidente da Casa”, afirmou.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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