São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Cristina Graeml promete fiscalizar STF e abrir gabinete a prefeitos do Paraná

Candidata do PSD ao Senado também declarou apoio a Flávio Bolsonaro e defendeu impeachment de ministros que abusem da autoridade.

Cristina Graeml promete fiscalizar STF e abrir gabinete a prefeitos do Paraná

Cristina Graeml, candidata do PSD ao Senado, afirmou que pretende fiscalizar o Supremo Tribunal Federal (STF) e manter o gabinete aberto aos prefeitos de todo o Paraná caso seja eleita. Ela participou nesta sexta-feira (11 de setembro) das Sabatinas Bem Paraná e apresentou a reforma do Judiciário e a reforma eleitoral como prioridades.

A candidata disse que só apoiará um presidente do Senado que se comprometa, diante dos demais senadores, a colocar em votação pedidos de impeachment de ministros do STF acusados de abuso de autoridade. Para ela, essa é uma urgência nacional.

Graeml também defendeu investigações amplas sobre o caso do Banco Master e o patrocínio ao filme Dark Horse. Sobre as apurações, afirmou acreditar que sejam uma “cortina de fumaça” contra Flávio Bolsonaro. Ela declarou apoio ao político do PL para a Presidência, embora Ronaldo Caiado seja o candidato do PSD.

“Eu sou a favor de transparência e fiscalização. Por isso coloco meu nome ao Senado, vamos lá investigar ministros do STF”, afirmou. A candidata ainda criticou o avanço do Judiciário sobre os demais Poderes e mencionou acusações contra Alexandre de Moraes.

Trocas de partido

Desde as eleições municipais de 2024, quando ficou em segundo lugar na disputa pela Prefeitura de Curitiba, Cristina Graeml passou por quatro partidos em dois anos. Deixou o PMB, foi para o Podemos e depois para o União Brasil, onde recebeu o apoio de Sergio Moro. Segundo ela, quando Moro deixou a legenda, ficou sem apoio e foi “abandonada”.

Depois, Ratinho Junior a convidou para o PSD. Graeml elogiou o governador e afirmou que ele reconheceu sua atuação na eleição de 2024. Apesar do vínculo partidário, manteve o apoio a Flávio Bolsonaro, por ser contra o PT e não querer outro mandato para Lula.

A candidata se define como conservadora e de direita. Defende a vida desde a concepção, a família, a propriedade e a reforma agrária, mas é contra invasões de terras. No Senado, também pretende apoiar o voto distrital misto.

Graeml disse que decidiu concorrer ao Senado após receber pedidos do interior do Paraná. Se eleita, prometeu buscar mais recursos para o Estado em Brasília e receber prefeitos no gabinete, sob o argumento de que o senador representa a unidade da federação.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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