São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Debate no Paraná tem embates sobre STF, Banco Master e segurança

Candidatos trocaram acusações durante debate da Band; fim das bets foi o único tema com consenso entre os participantes.

Debate no Paraná tem embates sobre STF, Banco Master e segurança
Foto: Reprodução

O debate entre seis dos nove candidatos ao Senado pelo Paraná foi marcado por acusações e pedidos de resposta, em um confronto concentrado entre representantes da direita e da esquerda. A crise no Supremo Tribunal Federal (STF), as denúncias envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master e a segurança pública estiveram entre os principais temas.

Deltan Dallagnol (Novo), cuja candidatura foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) na terça (08), e Filipe Barros (PL) criticaram o governo Lula e defenderam a Lava Jato. Os dois também citaram nomes do PT relacionados ao caso Master, como Jaques Wagner.

Gleisi Hoffmann (PT) chamou Dallagnol de “inelegível” e “ficha suja”. Questionada sobre o apoio ao ministro Alexandre Moraes, afirmou: “Quero que todos respondam, inclusive o o Alexandre Moraes, mas isso não invalida o papel dele contra a tentativa de golpe.” A candidata também mencionou a prisão de Vorcaro e disse que o PT não tem ministro de estimação.

Disputas entre candidatos

Barros também entrou em confronto com Cristina Graeml, ambos identificados com a direita. Ele questionou a filiação dela ao PSD de Kassab. Cristina respondeu que foi convidada pelo governador Ratinho Jr. para integrar a liderança feminina do partido e disse não conhecer Kassab. Nas considerações finais, reafirmou posições contra o PT, pela saída de Alexandre Moraes do STF e pró-vida.

Alexandre Curi (Republicanos) adotou uma postura diferente nos embates. O candidato defendeu que o debate se concentrasse em propostas, em vez de ideologias. Em um dos blocos, Curi e Cristina trocaram perguntas e trataram de propostas.

Curi se posicionou contra o uso de câmeras corporais por policiais. “Confio na polícia, sou contrário às câmeras, estudos recentes mostram que isso reduz a efetividade da polícia”, afirmou. Ele defendeu leis mais duras, o aumento de penas, a redução de progressões e o debate sobre a redução da maioridade penal, citando jovens de 16 e 17 anos cooptados pelo crime organizado.

O fim das bets no Brasil foi o único tema com consenso entre os candidatos. Gleisi mencionou o lobby do setor e defendeu começar pela proibição da publicidade. Barros destacou o vício que atinge famílias e compromete a renda.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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