São Paulo, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Imagens atualizadas mostram destruição em cidades da Faixa de Gaza

Registros de satélite permitem comparar áreas do território palestino antes dos ataques de outubro de 2023 com a situação recente.

Imagens atualizadas mostram destruição em cidades da Faixa de Gaza

Imagens atualizadas no Google Earth e no Google Maps mostram a extensão da destruição na Faixa de Gaza. Os registros em alta definição permitem comparar a situação anterior aos ataques de outubro de 2023 com as condições recentes no território palestino.

As imagens mostram bairros inteiros reduzidos a escombros e acampamentos de tendas espalhados pelo litoral. Entre as áreas mais afetadas estão a Cidade de Gaza, o complexo do Hospital Al-Shifa, Rafah, Khan Younis, Jabalia, Beit Lahiya e o bairro de Tel al-Sultan.

Locais que antes abrigavam residências, centros comerciais, estruturas de abastecimento de água e prédios públicos aparecem cobertos por destroços ou como grandes áreas de terra batida.

Estimativas sobre os danos

Levantamentos do Centro de Satélites das Nações Unidas e da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (Unrwa) indicam que 82% das estruturas da Faixa de Gaza sofreram algum dano. Cerca de dois terços foram completamente destruídos.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento estima em 61 milhões de toneladas o volume de escombros acumulado no território. O total é aproximadamente 20 vezes maior que o registrado em todos os conflitos armados do mundo nos últimos 18 anos.

Relatórios da Anistia Internacional e da Human Rights Watch apontam danos em 97% das escolas, além do comprometimento de mais da metade dos hospitais e da infraestrutura de saneamento básico.

A Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU e a Anistia Internacional concluíram, em levantamentos formais, que as ações militares israelenses em Gaza configuram crime de genocídio.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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