São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Flávio Bolsonaro leva ao TSE acusações contra Lula por eventos oficiais

Representação aponta possível conduta vedada em atos na Eurofarma e em solenidade da PRF, além de divulgação pelo governo.

Flávio Bolsonaro leva ao TSE acusações contra Lula por eventos oficiais

Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, e seu vice, Alfredo Gaspar (PL-AL), apresentaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma representação contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ação sustenta que o presidente teria cometido conduta vedada durante a campanha.

Também são citados o vice-presidente e candidato à reeleição, Geraldo Alckmin (PSB), e os ministros Alexandre Padilha, da Saúde, e Wellington César Lima e Silva, da Justiça. A campanha de Flávio afirma que essa é a 14ª representação apresentada pelo senador contra Lula.

Evento na Eurofarma

A defesa questiona a participação de Lula em um evento no Complexo Industrial da Eurofarma. Para os advogados, o presidente e outras autoridades relacionaram políticas e resultados do governo à imagem de Lula. A representação menciona declarações de Padilha e de Paulo Câmara, presidente do Banco do Nordeste.

O documento também acusa Lula de usar o encontro para comparar governos e fazer críticas ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. A defesa contesta ainda a divulgação posterior feita pelo Ministério da Saúde. Segundo a representação, a pasta publicou, em 17 de setembro, materiais sobre a visita e sobre a futura oferta de medicamentos para emagrecimento pelo SUS, com identificação nominal do presidente.

Durante a visita, Lula disse que canetas para emagrecimento seriam entregues sem custo a pacientes com obesidade, mas não informou quando a medida começaria nem se ocorreria neste ou em um eventual quarto mandato. “Essa canetinha vai ser utilizada para cuidar, de graça, para as pessoas que tenham obesidade”, afirmou.

Solenidade da PRF

Outro ponto da ação envolve um evento da Polícia Rodoviária Federal no Rio. Os advogados afirmam que Lula aproveitou uma cerimônia oficial, realizada em uma instalação pública e com integrantes das forças de segurança, para fazer manifestações políticas contra adversários.

A representação diz que, ao discutir a classificação de facções criminosas como organizações terroristas, Lula vinculou Jair Bolsonaro aos atos de 8 de janeiro. O documento também questiona a divulgação oficial do evento pelo Ministério da Justiça, que teria identificado o presidente e reproduzido informações sobre ações e resultados do governo na área de segurança.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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