São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Eduardo Bolsonaro minimiza caso Vorcaro ao criticar penas do 8 de Janeiro

Ex-deputado afirmou que valores atribuídos ao caso do Banco Master seriam menos graves que a situação de presos pelos ataques em Brasília.

Eduardo Bolsonaro minimiza caso Vorcaro ao criticar penas do 8 de Janeiro

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro minimizou a gravidade do caso envolvendo Daniel Vorcaro e o antigo Banco Master ao comparar o escândalo financeiro às penas aplicadas a condenados pelos ataques de 8 de Janeiro de 2023. A declaração foi publicada em vídeo no canal oficial dele no YouTube na quarta-feira (30).

Eduardo mencionou a saída de uma mulher do presídio após três anos de prisão e questionou as condenações de envolvidos na tentativa de golpe. “Eu acho que, comparado a isso, até a corrupção ou as orgias do Vorcaro, isso é o de menos, gente, R$ 200 milhões é o de menos”, afirmou.

Segundo ele, crianças teriam crescido sem ver os pais, enquanto pessoas permaneceriam presas por mais de três anos. Eduardo também disse que, pela legislação brasileira, os envolvidos nem deveriam ter sido levados à delegacia.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Eduardo e candidato à Presidência, é investigado no Supremo Tribunal Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro, corrupção e evasão de divisas no caso relacionado ao antigo Banco Master. Uma das promessas de Flávio é conceder anistia a todos os condenados pelo Supremo nos ataques de 8 de janeiro.

Eduardo afirmou ainda que integrantes do Movimento dos Sem Terra e da Central Única dos Trabalhadores cometeram crimes mais graves. “O pessoal do MST já fez muito pior, o pessoal da CUT, de movimentos aí de esquerda já fizeram muito pior”, disse.

Situação de Eduardo

Eduardo vive nos Estados Unidos desde março de 2025. Ele deixou o Brasil alegando que o STF recolheria seu passaporte para impedir sua articulação internacional contra o julgamento do pai no caso da trama golpista.

Após se licenciar por quatro meses do mandato de deputado, permaneceu no exterior e acumulou faltas na Câmara. Em dezembro, perdeu o mandato por excesso de ausências. Em junho deste ano, foi condenado pelo STF a quatro anos e dois meses de prisão por coação no curso do processo. Em setembro, perdeu o cargo de escrivão da Polícia Federal por abandono de cargo.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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