São Paulo, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Operador ligado a Vorcaro transferiu US$ 12 milhões após pedido de Flávio

Antônio Carlos Freixo Júnior é investigado por movimentações em espécie e transações imobiliárias atípicas relacionadas ao Banco Master.

Flávio pede e operador de Vorcaro, premiado 570 vezes na loteria, manda milhões para Fundo do irmão

O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro, é investigado pelo Ministério Público de São Paulo e pela Receita Federal na Operação Carbono Oculto. Apontado como operador direto de Daniel Vorcaro, ele teria enviado pouco mais de US$ 12 milhões, aproximadamente R$ 62 milhões, ao Havengate Development Fund, nos Estados Unidos.

Segundo os relatos de Mineiro à Procuradoria-Geral da República, a transferência foi ordenada por Vorcaro para atender a cobranças do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A justificativa apresentada foi o financiamento da produção do filme Dark Horse.

A Polícia Federal apura se todo o dinheiro remetido por uma estrutura offshore sediada no Texas foi usado no longa-metragem ou se parte dos recursos financiou a permanência do ex-deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Os relatórios do Coaf e os termos da delação foram encaminhados às autoridades para aprofundar a investigação sobre as conexões políticas do grupo.

Movimentações sob investigação

As operações atribuídas a Mineiro também incluem cerca de R$ 1,2 milhão em dinheiro vivo e R$ 1,6 bilhão em transações imobiliárias consideradas atípicas. As movimentações financeiras acionaram o alerta do Coaf e motivaram uma ação conjunta do Ministério Público de São Paulo.

Em delação premiada homologada pelo Supremo Tribunal Federal, o empresário afirmou ter atuado na obtenção de grandes volumes de dinheiro em espécie, entregues a emissários de Vorcaro, dono do Banco Master. Mineiro também acumula registros de 570 vitórias em jogos de loteria e apostas.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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