São Paulo, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Oferta de frutas cresce 4,5% nas Ceasas, enquanto mamão e hortaliças caem

Conab registrou queda nas cotações de batata, cebola, alface e mamão e alta nas exportações até agosto de 2026.

Oferta de frutas cresce 4,5% nas Ceasas, enquanto mamão e hortaliças caem

A comercialização de frutas nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) analisadas aumentou 4,5% entre julho e agosto. O avanço ocorreu no mesmo período em que batata, cebola, alface e mamão tiveram recuo superior a 10% na média ponderada dos preços no atacado, conforme o 9º Boletim Hortigranjeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (22).

A cebola teve a maior queda média entre as hortaliças, de 13,8%, e ficou mais barata em nove das dez Ceasas avaliadas. Minas Gerais e São Paulo concentraram, juntos, 50% do volume comercializado. Recife/PE registrou a maior redução, de -25,45%, seguido por Rio de Janeiro/RJ, com -18,21%, e Curitiba/PR, com -17,32%.

Na alface, a retração média foi de 14,8%. O Rio de Janeiro/RJ teve baixa de 31,22%, enquanto Recife/PE registrou alta de 15,45%. A oferta caiu 4,3% na comparação com julho, mas a safra de inverno sustentou o atendimento da demanda. A cenoura ficou praticamente estável, com alta de 0,88%, e o tomate subiu 18,13% na média ponderada.

Batata e frutas

A batata recuou 11,6%, para R$ 2,63 por quilo, com queda em todas as Ceasas monitoradas. As maiores baixas ocorreram em Rio Branco/AC (-46,35%), São José/SC (-25,66%), Curitiba/PR (-22,83%) e Rio de Janeiro/RJ (-20,33%). A Conab relacionou o movimento ao aumento da oferta nos dois últimos meses, depois de uma sequência de altas desde fevereiro.

Entre as frutas, o mamão caiu 10,9%, com destaque para Vitória/ES (-43,74%) e São Paulo/SP (-23,20%). A melancia recuou 3,24%, a laranja caiu 0,95% e a maçã subiu 2,72%. A banana avançou 4,32%, apesar de retração em seis das dez Ceasas.

As exportações de frutas e hortaliças somaram 789 mil toneladas nos primeiros oito meses de 2026, alta de 10,6% sobre igual período de 2025. O faturamento foi de US$ 1,01 bilhão, aumento de 20%. O levantamento faz parte do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort).

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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