São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Usuário poderá definir teto do Pix por aproximação nos canais do banco

Modalidade deixa de ter limite próprio de R$ 500, mas continua sujeita às regras gerais do Pix e ao perfil do usuário.

Usuário poderá definir teto do Pix por aproximação nos canais do banco

O usuário poderá ajustar o limite do Pix por aproximação nos canais da instituição financeira a partir desta quinta-feira, dia 1º. A modalidade deixa de ter o teto específico de R$ 500 por transação, medida anunciada pelo Banco Central em junho.

A retirada do limite próprio não elimina as restrições gerais do sistema. Os valores máximos permitidos continuam variando conforme o tipo de operação e o perfil de risco e de comportamento do usuário.

Nas transferências e compras convencionais, as instituições devem estabelecer, para pessoas físicas, limites máximos por período. No período noturno, transferências destinadas a pessoas físicas têm limite de R$ 1.000 para operações padrão, salvo quando houver autorização expressa do usuário.

O Pix por aproximação permite pagar ao encostar o celular na maquininha, sem digitar a chave do destinatário nem ler um QR Code. A operação pode ser iniciada nos aplicativos das instituições ou fora deles, neste caso por meio de carteiras digitais.

Para o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC, Breno Lobo, a possibilidade de configurar o valor deixa o recurso mais ajustado ao uso cotidiano e mantém os mecanismos de segurança do Pix.

Em nota, o BC afirmou que a mudança aproxima a modalidade da experiência de pagamentos com chave ou QR Code. A autoridade monetária também disse que usuários poderão realizar transações de valor mais elevado, desde que respeitados os limites definidos por eles.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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