São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Mercado em tempo real
Economia

Galvanotek investe R$ 65 milhões em fábrica de papelão no RS

Unidade em Barão terá capacidade para produzir até 250 caixas por minuto e deve iniciar testes dos equipamentos em 2027.

Galvanotek investe R$ 65 milhões em fábrica de papelão no RS

A Galvanotek investe R$ 65 milhões na construção de uma fábrica de caixas de papelão ondulado em Barão, no Rio Grande do Sul. A unidade terá capacidade para produzir até 250 caixas por minuto, e os testes dos equipamentos devem começar em 2027.

A fábrica marca a entrada da empresa no segmento de embalagens de papelão. A estrutura terá uma onduladeira capaz de operar a até 300 metros por minuto, transformando bobinas de papel em chapas de papelão ondulado. Depois, o material passará por impressão e corte.

A linha também contará com impressoras industriais. Os equipamentos serão ajustados e validados após o início dos testes, antes do avanço da produção em escala. A proposta é concentrar na própria empresa mais etapas, da transformação das bobinas à embalagem final.

Entre os produtos previstos estão caixas de pizza, embalagens para delivery, caixas para sanduíches, bandejas de papel e caixas convencionais de papelão.

Operação atual

A Galvanotek produz mais de 6 mil toneladas de peças por mês, tem mais de 600 produtos no portfólio e atende confeitarias, padarias, supermercados, rotisserias e serviços de delivery. A empresa exporta para 18 países, entre eles Estados Unidos, México, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Chile.

“Quando você tem controle sobre mais etapas da produção, você tem mais autonomia para inovar, mais agilidade para atender o cliente e mais capacidade de garantir qualidade do começo ao fim”, disse Jeancarlo Piccinini, coordenador de vendas da Galvanotek.

Fundada em 1991 por Manoel Bragagnolo e seu filho, Alexandre, em Carlos Barbosa (RS), a empresa começou com galvanoplastia, processo de tratamento de superfícies metálicas. Em 1997, entrou no mercado de embalagens plásticas, fabricadas a partir do aquecimento de chapas de plástico e destinadas principalmente ao setor de alimentos.

Com a nova fábrica, a companhia pretende combinar a produção de embalagens plásticas com a de papelão e ampliar a oferta aos clientes. A empresa também desenvolve soluções como embalagens antivapor e modelos que podem ir do freezer diretamente ao forno.

“Sem estudar como o consumidor se comporta não há inovação”, afirmou Paula Bragagnolo, analista de pesquisa e desenvolvimento e neta do fundador.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

NewsletterCinco leituras por manhã.