São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Galvanotek investe R$ 65 milhões em fábrica de papelão ondulado

Empresa fundada em 1991 com tratamento de metais hoje produz embalagens plásticas e vende para o Brasil e outros 18 países.

Galvanotek investe R$ 65 milhões em fábrica de papelão ondulado

A Galvanotek investirá R$ 65 milhões em uma fábrica de papelão ondulado em Barão (RS), com início previsto para 2027. A unidade terá capacidade para produzir até 250 caixas por minuto e ampliará a atuação da empresa, que já fabrica embalagens plásticas para o setor de alimentos.

A nova estrutura produzirá caixas de pizza, embalagens para delivery, caixas para sanduíches, bandejas de papel e caixas convencionais de papelão. A linha contará com uma onduladeira capaz de operar a até 300 metros por minuto. O equipamento transforma bobinas de papel em chapas de papelão ondulado, que seguem para impressão e corte.

Duas impressoras industriais completarão a linha, cuja capacidade será de até 250 caixas por minuto. Depois do início dos testes, os equipamentos passarão por ajustes e validação antes do avanço da produção em escala. A proposta é concentrar na empresa mais etapas, da transformação das bobinas à embalagem final.

“Quando você tem controle sobre mais etapas da produção, você tem mais autonomia para inovar, mais agilidade para atender o cliente e mais capacidade de garantir qualidade do começo ao fim”, disse Jeancarlo Piccinini, coordenador de vendas da Galvanotek.

Da galvanoplastia às embalagens

Fundada em 1991 por Manoel Bragagnolo e seu filho, Alexandre, em Carlos Barbosa (RS), a empresa começou com galvanoplastia, processo de tratamento de superfícies metálicas. Manoel havia se aposentado da Tramontina, onde era diretor.

A entrada no mercado de embalagens plásticas ocorreu em 1997, impulsionada pelo crescimento da demanda. A companhia passou a fabricar peças moldadas pelo aquecimento de chapas de plástico, principalmente para o setor de alimentos.

Hoje, a Galvanotek produz mais de 6 mil toneladas de peças por mês, mantém mais de 600 produtos no portfólio e vende no Brasil e em outros 18 países. Entre os clientes estão confeitarias, padarias, supermercados, rotisserias e serviços de delivery.

A empresa também desenvolve novos formatos, incluindo embalagens com tecnologia antivapor e modelos que podem sair do freezer diretamente para o forno. “Sem estudar como o consumidor se comporta não há inovação”, afirmou Paula Bragagnolo, analista de pesquisa e desenvolvimento e neta do fundador.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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