São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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TSE suspende jingle de Lula que associa Flávio Bolsonaro a suspeitas

Decisão provisória de Kássio Nunes Marques interrompe propaganda até análise do plenário do tribunal.

TSE suspende jingle de Lula que associa Flávio Bolsonaro a suspeitas

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes Marques, suspendeu a veiculação de uma propaganda de rádio da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que associa Flávio Bolsonaro (PL) a suspeitas de rachadinha, compra de imóveis em dinheiro vivo e irregularidades do Banco Master.

A decisão foi tomada em 22 de setembro, em ação apresentada por Flávio Bolsonaro, e publicada neste sábado (26). O candidato do PL contestou o jingle “Foi o Flávio Bolsonaro”, transmitido entre 28 e 31 de agosto por quatro emissoras de rádio.

A ordem determina a interrupção da propaganda até que o caso seja analisado de forma definitiva. A suspensão é provisória e o julgamento pelo plenário do TSE ainda não tem data marcada.

Na avaliação inicial, Nunes Marques afirmou que a liberdade de expressão permite críticas políticas durante a eleição, mas considerou que a peça pode ter ultrapassado esse limite. Para o ministro, informações descontextualizadas poderiam levar o eleitor a uma interpretação equivocada de algumas situações.

O jingle mencionava um suposto esquema de rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro, uma homenagem feita pelo hoje senador a Adriano da Nóbrega, apontado posteriormente como integrante de uma milícia, e um pedido de recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Nunes Marques observou que a propaganda não informava que a investigação sobre rachadinha teria sido arquivada nem indicava o estágio atual da apuração envolvendo o Banco Master. Antes da análise do plenário, a campanha de Lula poderá apresentar sua defesa, e o Ministério Público Eleitoral (MPE) deverá se manifestar.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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