São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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PF prende candidato do Novo após depredação no campus da UnB

Wilker Leão foi detido em flagrante após pintar de branco muro do Instituto de Artes, informou a Universidade de Brasília.

PF prende candidato de extrema direita por depredar patrimônio da UnB

A Polícia Federal prendeu em flagrante Wilker Leão, candidato a deputado federal pelo Novo, após ele depredar pinturas no muro do Instituto de Artes da Universidade de Brasília (UnB). De acordo com a universidade, Leão estava acompanhado de apoiadores, que teriam agredido estudantes durante o episódio.

A UnB informou que acionou o protocolo de segurança previsto para situações desse tipo e que adotará medidas administrativas e jurídicas para apurar os fatos e responsabilizar os envolvidos. A instituição também declarou solidariedade aos estudantes agredidos e disse que prestará apoio às pessoas prejudicadas.

Em nota de repúdio, a universidade classificou o episódio como um ato de violência e depredação de patrimônio público. A UnB também associou o ataque a “métodos adotados pela extrema-direita”, afirmando que essas práticas são ilegais e “só se viabilizam na impossibilidade do debate qualificado”.

Histórico de conflitos

Leão foi expulso da UnB, onde cursava História, depois de um processo disciplinar. A punição ocorreu porque ele gravava professores e alunos sem consentimento com o objetivo de ridicularizá-los, segundo a universidade.

Em abril, ele e outros militantes de direita convocaram um ato no campus que estimulava violência contra estudantes. A convocação mencionava expressões como “trocar porrada com os vermes” e “porrada nos comunistas”.

No episódio mais recente, Leão retornou ao campus para pintar de branco o muro do Instituto de Artes, destruindo trabalhos feitos por alunos. A UnB afirmou que seguirá na defesa de sua comunidade, de seus espaços e da convivência democrática.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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