São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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PCO propõe estatizações, jornada de 35 horas e fim dos vestibulares no Paraná

Adriano Teixeira, candidato do PCO ao governo paranaense, defendeu um programa nacional com mais salários e investimentos públicos.

PCO propõe estatizações, jornada de 35 horas e fim dos vestibulares no Paraná

Adriano Teixeira, conhecido como Adriano Funileiro, candidato do Partido da Causa Operária (PCO) ao governo do Paraná, defendeu a estatização de empresas, a redução da jornada de trabalho, o aumento de salários e o fim dos vestibulares para ingresso no Ensino Superior. As propostas foram apresentadas durante participação nas Sabatinas Bem Paraná em 24 de setembro.

O candidato afirmou que o PCO tem um programa de governo unificado para todo o país. Segundo Adriano, a legenda considera semelhantes os problemas do Paraná, de São Paulo e de Santa Catarina e, por isso, apresenta as mesmas medidas para todo o Brasil.

Situação eleitoral do PCO

Antes de tratar das propostas, Adriano comentou o indeferimento do DRAP (Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários) do PCO pela Justiça Eleitoral. A decisão pode derrubar todas as candidaturas da legenda. O candidato classificou o caso como perseguição política e afirmou que o partido recorre da decisão.

“Indeferiram nossas candidaturas em São Paulo, Minas Gerais, na Bahia e depois veio esse processo no Paraná”, declarou. Ele também disse que o PCO pretende manter as candidaturas para divulgar seu programa e denunciar a situação do país, sem expectativa de eleição.

Adriano relacionou a alegada perseguição à derrubada do site Diário da Causa Operária do Instagram. De acordo com ele, a página tinha muita visualização no começo das eleições e o crescimento do partido teria gerado preocupação na burguesia.

Estatizações e mercado de trabalho

Entre as propostas econômicas, o candidato citou a estatização de empresas e de todo o sistema financeiro. No setor elétrico, mencionou a Copel e criticou a transferência de empresas públicas para a iniciativa privada, sob o argumento de que os grupos privados priorizam o lucro.

O PCO também defende jornada de 35 horas semanais, distribuídas em cinco dias, e salário mínimo de R$ 7,5 mil. Adriano disse que a proposta faz parte do programa do partido desde os anos 1980 e que o aumento da remuneração deveria ocorrer junto com a redução da jornada.

Na educação, o candidato propôs o fim dos vestibulares para o ingresso em universidades e faculdades. Para financiar a expansão das vagas públicas, defendeu que o Brasil deixe de pagar a dívida pública e direcione os recursos para Educação e Saúde. Segundo Adriano, a medida permitiria ampliar o número de universidades e hospitais.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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