São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Paulinho protocola no Senado pedidos de impeachment contra três ministros do STF

Representações contra André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux citam alegadas conexões com o Banco Master e Daniel Vorcaro.

Paulinho protocola no Senado pedidos de impeachment contra três ministros do STF

O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) protocolou no Senado pedidos de impeachment contra André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). As representações foram entregues na terça-feira (29) e acusam os magistrados de crimes de responsabilidade.

Os documentos apresentados pelo parlamentar reúnem alegações e reportagens sobre supostas ligações com o Banco Master e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A análise e um eventual julgamento de denúncias contra integrantes do STF são atribuições exclusivas do Senado Federal.

No caso de Mendonça, Paulinho aponta possível direcionamento político-eleitoral e cita o Instituto Iter, criado pelo ministro. A representação também menciona apurações da Polícia Federal sobre o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP) e uma reunião confirmada por Mendonça com Vorcaro para tratar de precatórios ligados ao banco.

A acusação contra Nunes Marques questiona a ausência de providências sobre um contrato de R$ 427 milhões atribuído à chamada “Turma do KN” com o Banco Master. O documento ainda cita suspeitas envolvendo o advogado Kevin Marques, filho do ministro.

Em relação a Fux, a representação menciona mensagens trocadas entre seu filho, o advogado Rodrigo Fux, e pessoas ligadas a Vorcaro. Paulinho sustenta que o ministro deveria se declarar impedido em processos relacionados ao banco por possível conflito de interesses.

“Junto com o silêncio deles convivem alguns milhões de reais para o Instituto Iter, a intimidade de Vorcaro com Rodrigo Fux e quase meio bilhão de reais para a ‘Turma do KN'”, afirmou o deputado.

A iniciativa ocorre depois de o Solidariedade pedir ao ministro Flávio Dino o afastamento de Nunes Marques e Mendonça da análise de propagandas eleitorais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O partido tomou a medida após divergências em decisões sobre publicações relacionadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Pela Lei nº 1.079, de 1950, uma condenação por crime de responsabilidade depende do apoio de pelo menos dois terços dos senadores.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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