São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Marco Aurélio critica condução de sessão do STF e cobra firmeza de Fachin

Ministro aposentado disse que atuação da Corte expôs descontrole, criticou Flávio Dino e afirmou que o Supremo precisa dar uma resposta à sociedade.

Marco Aurélio critica condução de sessão do STF e cobra firmeza de Fachin

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello criticou a condução da sessão realizada na terça-feira (15), marcada por discussões e acusações entre integrantes da Corte. Na sexta-feira (18), ele avaliou que o presidente do Supremo, Edson Fachin, deveria ter agido com mais firmeza para controlar o ambiente e conduzir os trabalhos.

A sessão tratava da abertura de um pedido de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes por suposto envolvimento com o banqueiro Daniel Vorcaro. A análise foi suspensa depois que o ministro Flávio Dino pediu vista do processo.

Marco Aurélio também fez ressalvas à atuação de Dino durante os debates. Para o ministro aposentado, o comportamento de Dino esteve entre as manifestações que evidenciaram o descontrole registrado na sessão. Ele afirmou que a cadeira da Presidência do STF deve ser respeitada, independentemente de quem a ocupe.

Críticas à condução do julgamento

Na avaliação de Marco Aurélio, Fachin tinha a responsabilidade de conter os ânimos diante do conflito entre os magistrados. O ministro aposentado classificou o episódio como “um dia triste para o Supremo” e defendeu que os integrantes da Corte atuem “com absoluta honestidade de propósito”.

Ele também afirmou que o encerramento da sessão não produziu uma resposta concreta para a sociedade. Segundo Marco Aurélio, o Supremo está em uma situação de desgaste e não pode transformar o episódio em um problema institucional ainda maior.

O ex-ministro disse que o confronto não deveria ter ocorrido e atribuiu à Presidência papel central na coordenação de situações envolvendo divergências e ofensas entre os ministros. Para ele, a condução da liderança serve de referência para os demais integrantes da Corte e o comportamento observado não é compatível com a bancada do Supremo.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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