São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Flávio Bolsonaro acusa Dino de seletividade em investigação sobre emendas

Candidato do PL diz que ministro do STF usa apuração sobre emendas parlamentares para perseguir adversários políticos.

Flávio Bolsonaro acusa Dino de seletividade em investigação sobre emendas

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acusou nesta terça-feira, 22, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino de conduzir de forma seletiva o inquérito sobre possíveis irregularidades em emendas parlamentares. A declaração foi feita durante uma visita a São Luís, no Maranhão.

“Flávio Dino está ali para fazer perseguição política, como ele tem feito aqui no Maranhão, usando seletivamente o inquérito que ele tem”, afirmou o senador a jornalistas. Flávio classificou a investigação como o “novo inquérito do fim do mundo”, em referência à apuração sobre fake news relatada por Alexandre de Moraes.

Dino determinou em agosto que a Polícia Federal investigasse possíveis crimes relacionados à execução das chamadas emendas Pix. A medida ocorreu depois que o Tribunal de Contas da União (TCU) enviou ao STF, em 31 de julho, um relatório técnico sobre a aplicação dos recursos.

A fiscalização analisou 100 emendas Pix, que totalizam R$ 198,1 milhões destinados a 74 municípios. O TCU apontou problemas de transparência e rastreabilidade, falhas na execução financeira, fraudes e irregularidades em licitações, contratos e obras.

Também nesta terça-feira, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, criticou a investigação. Para ele, “o inquérito das emendas virou um monstro nas mãos de Flávio Dino”.

Marinho afirmou que a apuração amplia poderes, desconsidera o juiz natural e permite seletividade nas investigações. O senador defendeu uma reforma do Judiciário para estabelecer limites ao que chamou de abusos e restaurar a normalidade democrática.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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