São Paulo, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Eleição para o Senado terá dois votos e não permite legenda

Em 2026, cada eleitor escolherá dois candidatos; voto repetido e digitação do número do partido anulam o segundo registro ou toda a escolha.

Eleição para o Senado terá dois votos e não permite legenda

A eleição para o Senado terá duas votações por eleitor em 2026. Serão escolhidos os dois candidatos mais votados em cada estado e no Distrito Federal, sem segundo turno, quociente eleitoral ou distribuição de vagas por partido.

O voto será obrigatoriamente nominal. Por isso, digitar apenas o número do partido resultará em voto nulo. Na urna eletrônica, o eleitor deverá informar o número de três dígitos do primeiro candidato, confirmar, repetir o procedimento para um segundo candidato e confirmar novamente.

Os números devem ser de candidatos diferentes. Se o mesmo número for digitado duas vezes, apenas o primeiro voto será validado; o segundo será anulado. Também é possível votar em apenas um candidato, situação chamada de voto incompleto quando há duas vagas em disputa.

Renovação e mandato

Em 2026, estarão em disputa 54 das 81 cadeiras do Senado, o equivalente a dois terços da Casa. A renovação ocorre alternadamente: uma eleição substitui um terço das vagas, e a seguinte, dois terços. No caso da próxima eleição, serão duas vagas por estado e pelo Distrito Federal, totalizando 54 cadeiras.

Cada unidade da Federação tem três senadores, sem relação com o número de habitantes. O mandato dura oito anos, enquanto o de deputado federal é de quatro anos.

O Senado integra o Congresso Nacional junto com a Câmara dos Deputados, mas as duas Casas representam segmentos diferentes: os senadores representam os estados e o Distrito Federal; os deputados federais, a população.

Candidaturas e atribuições

Cada candidatura ao Senado reúne um titular e dois suplentes. A urna exibirá os nomes e as fotografias dos três. Os suplentes podem assumir em casos como afastamento temporário, renúncia, morte ou perda do mandato, inclusive quando o titular passa a exercer o cargo de ministro.

Os senadores elaboram e votam leis federais, analisam projetos aprovados pela Câmara dos Deputados, fiscalizam o governo federal e discutem matérias orçamentárias. Também podem aprovar autoridades indicadas pelo presidente da República, como ministros do STF, dirigentes do Banco Central e o procurador-geral da República. Outra atribuição é processar e julgar autoridades em situações previstas na Constituição, como processos de impeachment.

A Justiça Eleitoral orienta o eleitor a conhecer os candidatos, os números e também os suplentes antes de votar. A escolha definirá a representação do estado no Congresso Nacional pelos próximos oito anos.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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