São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Paraná terá 194 candidatos nascidos fora do estado em 2026

Levantamento com dados do TSE mostra que 17,8% das 1.088 candidaturas no Paraná são de pessoas nascidas em outros estados ou países.

Paraná terá 194 candidatos nascidos fora do estado em 2026

As eleições de 2026 no Paraná terão 1.088 candidaturas, das quais 194 são de pessoas nascidas fora do estado. O grupo representa 17,8% do total, enquanto 894 candidatos, ou 82,2%, nasceram no Paraná.

O levantamento, baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), considera as disputas pelo Governo, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Em 2022, o estado registrou 304 candidaturas de pessoas nascidas fora do Paraná, equivalentes a 19,2% do total naquele pleito.

Entre os municípios paranaenses, Curitiba concentra o maior número de candidatos, com 253. Londrina aparece na sequência, com 48, seguida por Maringá, com 34; Ponta Grossa, com 33; e Cascavel, com 28.

Origem dos candidatos

São Paulo é a cidade de fora do Paraná com mais candidatos concorrendo pelo estado: 24. Porto Alegre tem seis, enquanto Brasília, Ourinhos e Rio de Janeiro registram cinco cada uma.

Na divisão por unidades da federação, São Paulo reúne 70 candidatos, atrás apenas do Paraná. O Rio Grande do Sul tem 32 e Santa Catarina, 20. Não há candidatos nascidos em Sergipe, Roraima, Amapá, Rondônia ou Tocantins concorrendo no Paraná. Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Alagoas, Piauí e Acre têm um candidato cada.

A candidata nascida na cidade menos populosa é Luciana Rafagnin, do PT. Ela nasceu em Mariano Moro (RS), município com cerca de 2 mil habitantes, segundo o IBGE. Rafagnin vive no Paraná desde os três anos, quando se mudou com a família para Francisco Beltrão. Filiada ao PT desde 1989, foi vereadora da cidade e depois eleita deputada estadual em 2002, 2006, 2010, 2018 e 2022. Agora, disputa uma vaga de deputada federal.

Caso na Câmara de Curitiba

A origem dos candidatos também esteve no centro de uma controvérsia recente na Câmara Municipal de Curitiba. A vereadora Delegada Tathiana Guzella (PL), natural de Caçador (SC), foi acusada de xenofobia após dizer que a colega Vanda de Assis (PT), nascida no Ceará e moradora de Curitiba há mais de 30 anos, deveria voltar ao estado onde nasceu.

Guzella se tornou ré por discriminação. A fala ocorreu em sessão da Câmara Municipal de Curitiba no dia 5 de agosto deste ano. A vereadora negou as acusações de xenofobia.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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