São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Candidatos divergem sobre vínculo entre aposentadorias e salário mínimo

Representantes econômicos discutiram Previdência, pisos de Saúde e Educação, meta de inflação e ajuste fiscal em sabatina nesta terça-feira (15).

Candidatos divergem sobre vínculo entre aposentadorias e salário mínimo

Representantes econômicos de campanhas à Presidência divergiram sobre a manutenção do vínculo entre os benefícios previdenciários e o salário mínimo durante uma sabatina nesta terça-feira (15). Também discutiram o déficit da Previdência, os pisos de Saúde e Educação e a meta de inflação.

Dario Durigan, ministro da Fazenda e representante da campanha à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o governo não debate desvincular os benefícios do salário mínimo. Ele disse que a gestão ajustou a política de valorização do piso para compatibilizá-la com o arcabouço fiscal.

Kim Kataguiri, deputado federal e representante de Renan Santos (Missão), defendeu a desvinculação dos reajustes previdenciários. Também propôs retirar os pisos de Saúde e Educação da vinculação às receitas correntes líquidas. Para ele, sua candidatura é a única com disposição para adotar essas medidas.

Carlos da Costa, coordenador econômico de Romeu Zema (Novo), considerou possível separar a Previdência do salário mínimo, mas disse que a decisão deve ser feita pela população. Ele também defendeu uma nova reforma para reduzir o déficit previdenciário, ampliando as mudanças de 2019.

Roberto Brant, coordenador de Ronaldo Caiado (PSD), sinalizou apoio à possibilidade. Segundo ele, ganhos de produtividade dos trabalhadores ativos não deveriam ser repassados aos aposentados.

Luiz Carlos Hauly, que representou Augusto Cury (Avante), sugeriu transferir a tributação da folha salarial para a Contribuição de Bens e Serviços (CBS), prevista após a reforma tributária. Ele ressaltou que a proposta é pessoal, e não de Cury. A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) foi convidada, mas não enviou representante.

A meta de inflação, atualmente em 3%, também foi debatida. Durigan rejeitou mudanças e vinculou uma queda sustentável dos juros à responsabilidade fiscal e ao estímulo à poupança. Brant admitiu alteração futura para 3,5% ou 4%, após a consolidação de um ajuste fiscal.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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