São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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EUA dizem ter atingido petroleiros iranianos após mísseis contra navios militares

Teerã afirma que novas agressões contra seus interesses terão resposta mais rápida, enérgica e dolorosa.

EUA dizem ter atingido petroleiros iranianos após mísseis contra navios militares

O Exército dos Estados Unidos afirmou que um porta-aviões e um destróier americanos escaparam de múltiplos ataques iranianos não provocados durante patrulhas na região. Nenhum militar americano ficou ferido, segundo o comunicado, que não informou quando os mísseis foram lançados.

Na sequência, forças americanas atacaram três petroleiros iranianos. Dois navios foram permanentemente danificados, enquanto o terceiro, que estava vazio, foi destruído. A ação ocorreu depois que navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos foram atingidos por mísseis balísticos, de acordo com o Exército americano.

Ameaça de Teerã

O principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Qalibaf, reagiu neste domingo, 6, com uma ameaça de retaliação a novos ataques. Em discurso transmitido pela mídia estatal, declarou: “Os americanos devem ter percebido que a era das respostas proporcionais acabou”.

Qalibaf acrescentou que qualquer agressão contra os interesses e a segurança do Irã receberá uma resposta mais rápida, mais enérgica e mais dolorosa. O Exército dos EUA também alertou que, “se necessário, destruirá a frota petrolífera limitada e vulnerável do Irã”.

A escalada ocorre após tentativas frustradas de negociação e seis meses de guerra intermitente. O conflito começou com ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro. Os dois lados têm buscado causar danos militares e econômicos, enquanto ataques anteriores do Irã no mar tiveram navios mercantes como alvo.

Os episódios foram registrados um dia depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, tentar minimizar o conflito ao classificá-lo como “insignificante”.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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