NOVA YORK — Cilia Flores está detida desde janeiro em uma unidade no Brooklyn, junto com Nicolás Maduro, e enfrenta acusações de narcoterrorismo, conspiração para o tráfico de drogas e porte de armamento pesado. O julgamento do casal está previsto para junho de 2027. Os dois rejeitam as imputações.
A defesa apresentou na quarta-feira (9/9) a um tribunal de Nova York um pedido para que Flores cumpra prisão domiciliar por motivos de saúde. A equipe jurídica afirma que ela precisa passar por um cateterismo cardíaco depois de ter sentido fortes dores e pressão no peito no fim de julho.
Os advogados também relatam taquicardia, falta de ar, tonturas e perda de mais de 11 quilos desde a detenção. Para substituir o cárcere, propõem monitoramento por GPS durante 24 horas, com vigilância contínua e escolta de agentes armados.
Segundo a defesa, a mudança permitiria que a ex-primeira-dama da Venezuela recebesse os cuidados médicos recomendados.



