São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Oito nomes disputam o governo de Mato Grosso do Sul em 2026

Candidaturas foram definidas nas convenções realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto; registros estão deferidos.

Oito nomes disputam o governo de Mato Grosso do Sul em 2026

Oito candidatos concorrem ao governo de Mato Grosso do Sul nas Eleições 2026. Os partidos e federações escolheram os nomes em convenções realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto. A relação considera os registros apresentados à Justiça Eleitoral e pode mudar em caso de substituição, renúncia ou alteração na situação das candidaturas.

Daniel Lemes Vasques, de 48 anos, é professor do Ensino Fundamental e concorre pelo PCO. Liderança indígena guarani-kaiowá de Amambai, integra o Conselho Nacional de Política Indigenista e atua na Aty Guasu. Antes, foi filiado ao PT por 20 anos e obteve suplência para vereador de Amambai em 2016 e 2020 e para deputado estadual em 2018. No PCO, disputou a prefeitura de Amambai. Silvia Benites é sua candidata a vice. Lemes informou não ter bens a declarar.

Delcídio Do Amaral Gomez, de 71 anos, é engenheiro e disputa pelo PRD. Foi senador pelo PT, eleito em 2010, e líder do governo Dilma Rousseff no Senado. Tentou a reeleição em 2018 e concorreu à prefeitura de Corumbá em 2024. Esta é sua terceira tentativa de chegar ao governo, depois das disputas de 2010 e 2014. Mariliana Santos, do Solidariedade, é a candidata a vice. O patrimônio declarado é de R$ 1.596.431,07.

Renato Wanderley Gomes, de 40 anos, é capitalista de ativos financeiros e candidato do DC. Trabalhou no Instituto Brasileiro de Economia, no Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas e no Banco BTG Pactual. É sua primeira disputa por um cargo público. Roberto Patzlaff será o vice. Gomes declarou R$ 922.938,36 em bens.

Eduardo Correa Riedel, de 57 anos, é o atual governador e busca a reeleição pelo PP. Ele foi secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica e de Infraestrutura e venceu a eleição para governador em 2022, no 2º turno. Barbosinha, do Republicanos, integra a chapa como vice. A coligação Fazendo o futuro acontecer reúne União/PP, PL, PSDB/Cidadania, Podemos, Avante, Republicanos, PSD e MDB. Riedel declarou R$ 16.147.849,34.

Fabio Ricardo Trad, de 57 anos, é advogado, professor universitário e candidato do PT. Foi deputado federal por duas vezes e presidiu, em 2011, a comissão especial da Câmara responsável pela reforma do Código de Processo Civil. Dona Gilda é sua candidata a vice na coligação Por um MS do povo, formada por PDT, PSB e PT/PC do B/PV. O patrimônio informado é de R$ 3.670.880,45.

Jeferson José Bezerra, de 53 anos, é jornalista, redator e presidente do Agir em Mato Grosso do Sul. Foi candidato a vereador de Dourados em 2016 e 2024, pelo PV, e a prefeito do município em 2020. Em 2022, disputou uma vaga no Senado pelo Agir. Valdenir Duarte será o vice. Bezerra informou não possuir bens a declarar.

João Henrique Miranda Soares Catan, de 38 anos, é advogado e candidato do Novo. Disputou uma vaga na Câmara de Vereadores de Campo Grande em 2016, foi eleito deputado estadual em 2018 e reeleito quatro anos depois. Também concorreu à prefeitura de Campo Grande em 2020. Antônio João Jacinto será o vice. Catan declarou R$ 588.097,38.

Lucien Roberto Garcia de Rezende, de 62 anos, é empresário e candidato do Psol. Foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Ribas do Rio Pardo e disputou ao menos cinco eleições. Em 2024, concorreu à prefeitura do município. Prof. Enfermeira Kaelly é a candidata a vice. Rezende declarou R$ 500.000,00.

Como funciona a eleição

O governador é escolhido pelo sistema majoritário. Para vencer no 1º turno, é necessário obter mais da metade dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. Se nenhum candidato atingir esse percentual, os dois mais votados avançam ao 2º turno, vencido por quem receber mais votos válidos.

O governador administra o Poder Executivo estadual, os recursos e os serviços sob responsabilidade do Estado. Entre as atribuições estão elaborar e executar o orçamento, coordenar políticas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura, nomear secretários, sancionar ou vetar projetos da Assembleia Legislativa e representar o Estado nas relações com o governo federal e os municípios.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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