São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Durigan defende ajustes na reforma tributária e rejeita suspensão das regras

Ministro diz que o sistema de impostos sobre o consumo é complexo e critica a proposta de interromper a implementação da reforma.

Durigan defende ajustes na reforma tributária e rejeita suspensão das regras

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu nesta sexta-feira, 11, mudanças na reforma tributária e rejeitou a suspensão da implementação das regras, como sugeriu a oposição. Ele afirmou que o Brasil ocupa a posição 195 de 200 em um ranking mundial de tributação sobre o consumo.

Durante entrevista à Band News FM, concedida como coordenador da área econômica da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, Durigan disse ser favorável ao aperfeiçoamento do modelo, embora tenha se posicionado contra as exceções aprovadas pelo Congresso.

A alíquota geral prevista para o IVA Nacional era de 26,5%, considerando União, Estados e municípios. Segundo o ministro, a alíquota efetiva cobrada atualmente em itens como a conta de luz e as compras de mercado chega a 32%, sem que os consumidores tenham clareza sobre esse percentual.

Durigan também criticou a proposta de adiar a discussão por um ano, apresentada por Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência. Para o ministro, interromper o processo manteria o país na posição 195º do ranking mundial de tributação sobre o consumo.

“Eu não tenho medo de mudança, em especial quando a gente está mudando para melhor”, afirmou Durigan. Em outro momento, reconheceu: “o sistema tributário é ruim”.

Ele afirmou ainda que o Tribunal de Contas da União (TCU), órgão independente, definirá a alíquota a ser aplicada em novembro, conforme as regras estabelecidas pelo Congresso. Durigan disse preferir olhar para frente e buscar a melhoria do sistema tributário do país.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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