São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Projeto de Bernie Sanders propõe banir sistemas de IA superinteligentes

Senador dos EUA quer impedir o desenvolvimento e a implementação de sistemas capazes de igualar ou superar capacidades humanas em várias áreas.

Projeto de Bernie Sanders propõe banir sistemas de IA superinteligentes

O senador Bernie Sanders, de Vermont, nos EUA, apresentou um projeto de lei para proibir o desenvolvimento e a implementação de sistemas de inteligência artificial considerados superinteligentes.

A proposta define como superinteligente o sistema que apresente, ou possa ser facilmente modificado para apresentar, capacidades iguais ou superiores às humanas em uma ampla variedade de domínios ou tarefas. Também inclui sistemas capazes de planejar e executar a perda de poder da humanidade, inclusive por meio da derrubada ou do enfraquecimento do governo dos EUA.

Sanders afirmou que a IA é perigosa e pouco compreendida e, por isso, deveria avançar com cautela. O projeto pretende impedir o desenvolvimento de superinteligência artificial em qualquer lugar do mundo.

Avanços e reação à IA

O texto cita resultados recentes atribuídos à inteligência artificial. Uma IA identificou, em 5 meses, candidatas a medicamentos contra uma proteína ligada ao câncer de pâncreas, após 12 anos de pesquisas sem resultados. Também foram resolvidos problemas matemáticos com 56 anos de idade.

Na China, simulações assistidas por IA reduziram de dias para meia hora o tempo de preparação de experimentos. Um experimento do DeepMind em cristalografia criou 2,2 milhões de novas estruturas, das quais 380 mil eram estáveis. O ciclo de desenvolvimento de materiais para baterias caiu de 5-7 anos para 18 meses.

A expansão da tecnologia provocou reações diferentes. Matemáticos discutem a possibilidade de banir ou suspender o uso de IA em pesquisas, enquanto físicos passaram a incluir a ferramenta em seus trabalhos. O medo sobre o futuro, porém, aparece como sentimento predominante.

Histórico de restrições tecnológicas

A tentativa de limitar novas tecnologias é comparada a episódios envolvendo a fotografia, a imprensa, tecidos estampados e automóveis. Em 1474, o frade Filippo de Strata pediu ao Doge de Veneza o banimento das tipografias para proteger os escribas.

Na França, Luís XIV proibiu em 1686 a importação e a produção local de indiennes, tecidos de algodão estampado. A proibição caiu em 1759, depois de a indústria local ficar atrasada em relação a outros países.

O texto também menciona as Leis das Bandeiras Vermelhas, na Inglaterra, entre 1861 e 1896. Elas limitavam a velocidade dos automóveis e exigiam que um homem com uma bandeira vermelha caminhasse 60 m à frente do veículo.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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