Romeu Zema (Novo) criticou o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O benefício mínimo subirá de R$ 600 para R$ 691, a partir do anúncio feito nesta quinta-feira, 17.
Zema classificou a medida como eleitoreira e acusou Lula de agir de forma irresponsável diante da situação fiscal do país. “Esse reajuste do Bolsa Família é uma medida eleitoreira”, afirmou o candidato.
Segundo o governo, a mudança terá impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e de R$ 22,7 bilhões em 2027. Zema afirmou que o presidente estaria comprometendo mais R$ 22 bilhões e associou a decisão à tentativa de conquistar votos.
O candidato disse considerar o Bolsa Família uma política pública importante, mas defendeu que o programa seja acompanhado por ações de inserção dos beneficiários no mercado de trabalho. Entre as medidas citadas estão a qualificação profissional e pagamentos maiores para quem precisar cuidar de crianças ou idosos.
Proposta
Zema propôs um prêmio de R$ 5 mil às famílias que deixarem o Bolsa Família depois de conseguir um emprego formal. “Quero valorizar as famílias que conseguirem vencer a pobreza”, declarou.
A proposta, segundo o candidato, busca criar uma porta de saída dos programas sociais por meio do emprego.



