O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) defendeu um reajuste maior para o Bolsa Família e criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira (21/9). A declaração foi feita em uma reunião com influenciadores digitais.
Cury afirmou que o programa deve ser mantido como uma renda mínima, mas disse que é necessário adotar medidas para ampliar a autonomia econômica dos beneficiários. “O Lula ama o cargo, não os pobres”, declarou.
Na semana anterior, o governo federal havia divulgado um reajuste de 15% no Bolsa Família. Com a mudança, o piso passou de R$ 600 para R$ 691, enquanto o tíquete médio subiu de R$ 675 para R$ 777.
O candidato também criticou a polarização eleitoral ao mencionar Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ao falar sobre o cenário partidário, afirmou que “essas duas famílias mentiram para a nação” e condenou disputas de egos e a corrupção.
Na mesma agenda, Cury propôs ampliar o crédito para pequenos e médios negócios e criar uma estrutura pública voltada à robótica e à inteligência artificial.




