São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Como o TSE guarda, empresta e descarta urnas eletrônicas

Equipamentos ficam em locais restritos, podem ser cedidos para pleitos específicos e são destruídos ao fim da vida útil.

Como o TSE guarda, empresta e descarta urnas eletrônicas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantém um protocolo para recolher, armazenar, emprestar e descartar urnas eletrônicas. Entre 2009 e 2018, a Corte eliminou mais de 6.000 toneladas de equipamentos e devolveu R$ 2 milhões aos cofres públicos.

Após o fim da votação, mais de 563.910 mil urnas usadas no país são levadas para cerca de 1,1 mil locais administrados pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). A estrutura inclui galpões estaduais e cartórios. Em Brasília, o TSE mantém uma reserva técnica de 15 mil equipamentos para substituições emergenciais em caso de danos nos estados.

Armazenamento e empréstimos

As urnas permanecem sob cuidados regulares, incluindo recargas periódicas para preservar a vida útil dos aparelhos. O acesso aos locais de estocagem é restrito.

O TSE também pode emprestar os equipamentos para eleições de conselhos tutelares, entidades de classe, associações e hospitais. A cessão fica proibida nos 120 dias anteriores e nos 30 dias posteriores às eleições gerais ou municipais. Nesses casos, a Justiça Eleitoral prepara as urnas e oferece treinamento aos mesários das entidades.

A resolução permite ainda o empréstimo a outros países. O Brasil já cedeu urnas para as eleições do Paraguai em 2006.

Destruição e reciclagem

Urnas com vida útil estimada em dez anos passam por destruição e reciclagem controladas. Primeiro, o caminhão que transporta o lote é pesado e lacrado sob fiscalização direta do TSE.

Depois, os equipamentos são desmontados, e os materiais são separados em categorias como metais, borrachas e placas leves e pesadas. As peças exclusivas das urnas passam por moagem completa, medida destinada a impedir o reaproveitamento ilegal.

Ao menos 95% do material deve ser encaminhado para reciclagem. O processo termina com a elaboração de um relatório técnico.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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