São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Renan Santos mantém Petrobras e Embrapa fora de plano de privatizações

Candidato do Missão defendeu a privatização dos Correios e de empresas que considera inúteis durante sabatina.

Renan Santos mantém Petrobras e Embrapa fora de plano de privatizações

Renan Santos, candidato à Presidência pelo Missão, afirmou que não pretende privatizar a Petrobras caso seja eleito. Ele também disse que manterá a Embrapa como estatal, por considerar estratégicas as empresas ligadas a setores relevantes para o Brasil.

Durante sabatina da Jovem Pan nesta terça-feira, 8, Santos defendeu, por outro lado, a privatização dos Correios e de empresas que classifica como inúteis. Ao falar sobre a Embrapa, destacou a contribuição da estatal, em conjunto com universidades ligadas à área agrária, para a formação de conhecimento e mão de obra associada ao crescimento da agricultura brasileira.

O candidato citou a Esalq, em São Paulo, e a instituição de Viçosa, em Minas Gerais, como exemplos desse conjunto de ensino e pesquisa.

Santos também criticou o governo de Jair Bolsonaro. Ao comentar episódios daquele período, afirmou: “Nós vivemos um surto coletivo naquele período”. Ele mencionou ainda declarações do ex-presidente e disse que integrantes do governo anterior defenderam ideias que classificou como absurdas. Segundo o candidato, alguns dos envolvidos acabaram presos.

Na sabatina, Santos voltou a defender uma política de armas nucleares para o Brasil. Para viabilizá-la, propôs uma mudança constitucional. Ele afirmou que o tema não seria tratado em seu primeiro mandato nem no de qualquer presidente disposto a adotá-lo, projetando um horizonte superior a oito anos.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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