São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Renan Santos pede afastamento e prisão de ministros do STF no caso Master

Candidato do Missão também defendeu reforma do Judiciário, com critérios mais rígidos para nomeações e limite a decisões monocráticas.

Crise no STF: Renan Santos defende a prisão de ministros envolvidos

O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, defendeu o afastamento e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvidos no escândalo do Banco Master. A declaração foi feita nesta quarta-feira (16/9), durante um encontro com apoiadores na cidade paranaense.

Santos afirmou que o próximo presidente deveria pressionar o Senado e a população pela saída dos ministros. “O próximo presidente da República não tem de ter nenhum tipo de passado corrompido envolvido nesses escândalos”, disse.

O candidato também declarou que futuras nomeações para o STF deveriam considerar pessoas com reputação ilibada, em vez de integrantes que, na avaliação dele, fazem negócios na Corte.

Proposta de reforma

Renan Santos voltou a defender uma reforma do Judiciário para reduzir os poderes do STF. Entre as propostas estão critérios mais rígidos para a escolha de ministros e a limitação de decisões monocráticas.

Ele também mencionou a retomada de um sistema de controle entre os Poderes, com fiscalização do STF pelo Senado. Segundo Santos, isso permitiria que senadores atuassem sem receio de retaliação, porque a Corte mantém processos relacionados a integrantes da Casa.

As declarações ocorreram após o julgamento do STF na terça-feira, 15, sobre a abertura de uma investigação a respeito das relações do ministro Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Em uma transmissão ao vivo com o coordenador econômico de sua campanha, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), Santos classificou como fraca a atuação do presidente do STF, Edson Fachin, e chamou a situação de horrorosa.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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