São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Renan Santos critica apoio a Valdemar entre antigos manifestantes anticorrupção

Candidato do Missão disse, em ato em Balneário Camboriú, que eleitores mudaram de posição sobre o presidente nacional do PL.

Renan Santos fala em 'cinismo' de eleitores que apoiam Valdemar após protestos anticorrupção
Foto: Reprodução

O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, criticou o apoio atual de parte dos eleitores que participaram de protestos contra a corrupção em 2016 e pediam a prisão de Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL.

Em ato na Praça Almirante Tamandaré, neste domingo (20), Renan afirmou que esses eleitores passaram a apoiar políticos ligados a Valdemar e a adotar comportamentos que antes associavam aos eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva.

"Hoje as pessoas saem na rua para parabenizar o Valdemar da Costa Neto, que até ontem estava com tornozeleira por roubar em três escândalos de corrupção diferentes", disse o candidato.

Valdemar é presidente nacional do PL, partido de Flávio Bolsonaro. No passado, foi aliado do PT e apoiou a candidatura de Lula em 2002. O dirigente negou ter cometido crime e afirmou não haver prova ou indício de que tivesse aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso.

O texto-fonte também informa que Dino determinou a suspensão de R$ 119 milhões em emendas. Investigações da Polícia Federal encontraram indícios de que Valdemar, mesmo sem mandato de parlamentar, influenciava de forma clandestina o direcionamento de verbas. Servidores da Câmara dos Deputados destinariam recursos conforme os interesses do presidente do PL.

Campanha em Santa Catarina

Renan chegou à praça no ônibus de uma caravana que percorre cidades do Sul e do Sudeste. No palanque, esteve com o candidato a vice-presidente, Aroldo Medin, e com Marcelo Brigadeiro, candidato do Missão ao governo de Santa Catarina.

O discurso durou cerca de 28 minutos. Renan criticou os governos de Lula e Jair Bolsonaro, defendeu uma candidatura independente dos dois grupos e falou sobre corrupção e segurança pública. Também rejeitou a ideia de votar no político considerado menos ladrão.

Depois do ato, foi à academia de Marcelo Brigadeiro e seguiu de ônibus para Blumenau, onde voltou a discursar. Na cidade, abordou terras raras, industrialização, segurança pública, audiências de custódia, migração, geração de empregos e infraestrutura.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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