São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Renan Santos pede mobilização de duas semanas em Santa Catarina

Candidato do Missão quer que cada apoiador conquiste 30 votos e aposta em virada para chegar ao segundo turno.

Renan Santos pede operação de guerra para apoiadores de SC | Brasil | Pleno.News
Foto: Divulgação/Campanha Renan Santos

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) pediu aos apoiadores em Santa Catarina uma mobilização de duas semanas para tentar conquistar votos e permanecer na disputa eleitoral. A declaração foi feita neste domingo (20), durante comício em Balneário Camboriú.

Santos afirmou que cada simpatizante deveria buscar 30 multiplicadores de votos, com conversas destinadas a convencer eleitores que, segundo ele, estariam sendo enganados. Na pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (17), o candidato aparece com 3% das intenções de voto.

O candidato disse acreditar que pode avançar ao segundo turno. Como exemplo, citou mudanças eleitorais atribuídas ao ex-governador de Santa Catarina Carlos Moisés, que governou o estado entre 2019 e 2023, e a Romeu Zema.

Na avaliação de Santos, os dois líderes das pesquisas são “qualitativamente bandidos”, independentemente do volume de recursos que teria sido roubado. Em seu discurso, ele também criticou eleitores que, segundo sua avaliação, estariam deixando de discutir política e votando em candidatos associados às cores vermelha e verde e amarela.

A campanha em Santa Catarina ocorre enquanto Flávio Bolsonaro (PL) tenta atrair, nos próximos 15 dias, votos de candidatos de direita. Além de Renan Santos, foram citados como concorrentes Ronaldo Caiado e Romeu Zema. A estratégia de Flávio Bolsonaro é apresentada como uma tentativa de vencer a eleição no primeiro turno.

Críticas a Bolsonaro e Lula

Em Balneário Camboriú, Renan Santos questionou a presença de Jair Renan, filho 04 de Jair Bolsonaro, na cidade e criticou a atuação da bancada de Santa Catarina no Congresso. Também afirmou que os governos de Bolsonaro e Lula não entregaram reforma, estrada e infraestrutura ao estado.

O candidato do Missão ainda mencionou Carlos Bolsonaro, candidato do PL ao Senado por Santa Catarina, ao questionar a escolha de nomes sem vínculo histórico com a região. Santos defendeu que o estado não seja tratado como colônia e criticou a relação dos eleitores catarinenses com políticos que, segundo ele, não atendem às necessidades locais.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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