São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Maioria nas redes rejeitou afastamento de diretor da PF, aponta Palver

Levantamento indica 73% de discordância nas redes sociais e 70% nas plataformas de mensageria; decisão foi revertida no dia seguinte.

Maioria nas redes rejeitou afastamento de diretor da PF, aponta Palver

O afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi rejeitado por 73% das manifestações nas redes sociais analisadas pela Palver. Outros 27% apoiaram a decisão tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, sob acusação de monitoramento ilegal. O afastamento foi revertido nesta quarta-feira, 9, pelo ministro Flávio Dino.

A análise considerou Instagram, X e Facebook e mediu a repercussão registrada na terça-feira, 8. No WhatsApp e no Telegram, 70% das mensagens da amostra expressaram discordância, enquanto 30% indicaram apoio, sem considerar as manifestações neutras.

A Palver classificou como “muito alto” o volume de interações sobre o tema. Foram cerca de 1,1 mil menções a cada 100 mil mensagens trocadas nas plataformas de mensageria e aproximadamente 4,3 mil menções a cada 100 mil mensagens nas redes sociais.

A narrativa mais recorrente, com peso de 14% na amostra, descreveu a medida de Mendonça como abuso de poder para proteger aliados de Flávio Bolsonaro na investigação do caso Master e perseguir seletivamente pessoas ligadas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Narrativas identificadas

Uma linha favorável a Mendonça representou 9% da amostra. As mensagens desse grupo o apresentaram como agente de justiça contra o “sistema” e afirmaram que ele teria exposto um esquema de perseguição política supostamente conduzido pela cúpula da PF sob Andrei Rodrigues, a serviço de Moraes e do governo Lula.

A terceira narrativa, com peso estimado de 11%, tratou de uma crise institucional aberta entre Moraes e Mendonça. Segundo o monitoramento, as mensagens — em sua maioria de caráter jornalístico-analítico — descreveram a disputa como um confronto público inédito dentro do STF, com pedidos mútuos de investigação e afastamento.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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