São Paulo, Sábado, 3 de outubro de 2026
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PT acusa Flávio Bolsonaro de representar risco para salários e segurança

Inserção nas redes sociais associa eventual eleição do senador ao avanço de milícias, tráfico, inflação e perda de empregos.

PT acusa Flávio Bolsonaro de representar risco para salários e segurança

Uma propaganda do PT divulgada nas redes sociais nesta sexta-feira (2) elevou os ataques ao senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). A peça afirma que uma eventual vitória dele levaria ao domínio de milícias e do tráfico de drogas no País, além de queda nos salários e nas aposentadorias e alta dos preços.

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também diz que haveria congelamento de rendimentos, redução de empregos e retorno da fome. A inserção, intitulada “Perigo: assista antes de votar”, encerra esse trecho com a frase “Bolsonaros nunca mais”.

Acusações contra Flávio

O PT afirma que Flávio ocupou um cargo de funcionário fantasma em Brasília antes de ser eleito deputado estadual do Rio, em 2003. Segundo a propaganda, ele tinha uma função de 40 horas semanais, mas não trabalhava porque fazia faculdade e estágio presenciais no Rio de Janeiro.

A peça também acusa o senador de manter ligação com milícias. Para isso, menciona uma homenagem proposta por Flávio na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em 2005, e afirma que ele teria homenageado milicianos e empregado familiares de Adriano da Nóbrega, apontado na inserção como líder do chamado escritório do crime.

O texto publicitário não apresenta provas para a afirmação sobre a ligação com as milícias. Também acusa Flávio de ter usado recursos enviados por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar conspirações nos Estados Unidos contra o Brasil.

A propaganda associa ainda o senador a um suposto esquema de rachadinha e afirma que o dinheiro teria como destino uma conspiração no exterior. Por fim, sustenta que, se eleito presidente, Flávio promoveria interesses dos Estados Unidos e permitiria a entrega de setores estratégicos do País.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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