A pesquisa de intenção de voto entre evangélicos foi mencionada no contexto da aproximação de Luiz Inácio Lula da Silva com esse eleitorado. Em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro, 51% dizem preferir o senador, enquanto 28% afirmam que votarão no petista.
O levantamento da Quaest ouviu 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais em entrevistas a domicílio realizadas entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03607/2026.
Política fora das igrejas
Durante reunião com pastores evangélicos brasileiros e dos Estados Unidos, nesta quarta-feira, 16, Lula afirmou que não participa de comícios em igrejas. Para o presidente, a política deve ser tratada nas ruas, enquanto a religião deve ser preservada.
“Se eu quiser fazer política e comício, eu faço na rua, mas na igreja eu não faço”, disse Lula. Ele também declarou respeitar o compromisso individual de cada pessoa com Deus e as crenças dos brasileiros.
Referências religiosas
Na reunião, o presidente explicou que associa o vermelho do PT ao sangue de Jesus Cristo. Também relacionou a estrela do partido ao uso que grandes navegadores faziam desse símbolo para se orientar durante travessias marítimas.
Lula afirmou ainda que sua barba é uma referência a Jesus Cristo. “Eu falava que Jesus Cristo era barbudo”, disse.
O presidente voltou a declarar que Deus foi generoso com ele. Ao falar sobre a própria trajetória, citou a infância em Pernambuco, a ida para São Paulo e as vitórias na disputa pela Presidência da República.




