São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Exército reúne 1,3 mil em simulação de defesa cibernética

Evento em Brasília e outras seis capitais treinou respostas a ataques digitais contra serviços essenciais antes da eleição presidencial.

Exército reúne 1,3 mil em simulação de defesa cibernética

O Exército brasileiro coordenou, entre os dias 21 e 25 de setembro, a oitava edição do Guardião Cibernético, treinamento de defesa digital realizado às vésperas da eleição presidencial. A atividade ocorreu em Brasília e em outras seis capitais, incluindo São Paulo, Recife, Curitiba e Manaus.

O exercício reuniu 1,3 mil participantes, cerca de 300 organizações e representantes de 14 países. A simulação reproduziu ameaças digitais para treinar a cooperação entre instituições públicas e privadas em situações de ataques capazes de afetar serviços essenciais à população.

Em nota, o Exército afirmou que o exercício permitiu testar procedimentos, aperfeiçoar planos de contingência e identificar soluções para ampliar a resiliência nacional. Participaram Forças Armadas, órgãos governamentais, entidades reguladoras e operadores de infraestruturas críticas dos setores de energia, abastecimento de água, telecomunicações e finanças, entre outros.

Alertas sobre interferência

A realização ocorreu em meio a alertas de especialistas e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) sobre possíveis interferências estrangeiras nas eleições brasileiras de 2026. Um relatório da Abin, elaborado em agosto deste ano, classificou a possibilidade de interferência externa com um “nível de criticidade”.

O documento apontou como contexto a reafirmação da hegemonia dos Estados Unidos na América Latina como prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. Analistas também alertaram para o risco de ações cibernéticas dos EUA ou de bigtechs para influenciar as eleições gerais de outubro e desestabilizar sistemas informáticos e computacionais.

Em 12 de agosto, a Casa Branca publicou um memorando que prevê parceria com empresas privadas para ações envolvendo acesso não autorizado a sistemas de informação ou acesso além do permitido pelo proprietário ou operador. Nesta semana, a Austrália denunciou uma invasão no site de estatísticas de saúde pública do país pela Open IA, dona do ChatGPT.

Texto produzido pela Redação Ponto do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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