Ronaldo Caiado afirmou que o aumento de gastos do governo elevou a taxa de juros e associou o cenário econômico ao desânimo da sociedade. A declaração foi dada nesta quarta-feira, 9, em entrevista à Rádio Massa FM.
O candidato do PSD também criticou o tamanho das facções criminosas no Brasil, que, em sua avaliação, deixa as pessoas “escravizadas”. Caiado disse que, após cinco mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva, não houve um motivo de empolgação para investir no país.
Na mesma entrevista, Caiado confirmou para a próxima segunda-feira, 14, um debate com Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo). A proposta havia sido mencionada mais cedo por ele em entrevista à Rádio Itatiaia, quando disse que convidaria Zema e Cury.
O encontro foi definido pelo candidato como um debate paralelo. A iniciativa, segundo Caiado, ocorre depois que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) decidiram não participar de debates, levando as emissoras a cancelá-los.
Caiado afirmou que pretende manter cadeiras para os dois ausentes e fazer perguntas a eles durante o evento. “Resolvemos, então, fazer um debate que nós chamamos de paralelo”, declarou. O candidato é ex-governador de Goiás.




